17 de Dezembro de 2014 / às 13:17 / 3 anos atrás

Gol diz que taxa de ocupação ficou em 78,5% em novembro, com alta de 8% da demanda

SÃO PAULO (Reuters) - A taxa de ocupação dos voos da companhia aérea Gol avançou 3,2 pontos percentuais em novembro, a 78,5 por cento, diante de um aumento de 8 por cento da demanda e avanço de 3,5 por cento da oferta em seu sistema total contra o mesmo período do ano passado.

O aumento da taxa de ocupação foi maior no mercado doméstico, onde atingiu 79,9 por cento em novembro, alta de 3,7 pontos percentuais sobre novembro de 2013, informou a empresa nesta quarta-feira.

A demanda doméstica, medida em passageiros-quilômetro transportados (RPK), subiu 6 por cento, enquanto a oferta, medida em assentos-quilômetro oferecidos (ASK), avançou 1,2 por cento.

No mercado de voos internacionais, a taxa de ocupação das aeronaves da companhia ficou em 69,2 por cento em novembro, avanço de 1,6 ponto percentual sobre um ano antes, com a demanda subindo 25,7 por cento e a oferta avançando 22,8 por cento.

No acumulado do ano até novembro, a oferta total da Gol continua em queda, de 0,9 por cento, enquanto a demanda subiu 9,6 por cento.

Já no mercado doméstico, a redução da capacidade, que era de 2,6 por cento no ano até outubro, passou a 2,3 por cento até novembro, mas ainda em linha com a projeção divulgada pela Gol de que cairia entre 1 a 3 por cento em 2014.

De janeiro a novembro, a Gol transportou 36 milhões de passageiros no mercado doméstico e internacional, 10 por cento acima do mesmo período de 2013.

COMBUSTÍVEL

Em um momento de forte queda dos preços do petróleo no mercado internacional, a Gol acrescentou que “o preço por litro do combustível de aviação seguiu sua fórmula de reajuste ..., que tem como base de cálculo a variação do ‘Jet Kerosene Gd 54 USGA’ e do dólar”.

O vice-presidente financeiro da Gol, Edmar Lopes, havia afirmado em novembro esperar que a queda dos preços do petróleo resultasse em dezembro na diminuição dos preços do querosene de aviação. Até meados de novembro, segundo ele, não houve mudança de patamar, uma vez que a queda do preço do petróleo foi contrabalançada pela valorização do dólar ante o real.

A moeda norte-americana chegou a 2,7355 reais na venda na última sessão, diante da intensa aversão ao risco nos mercados globais. No mesmo pregão, a ação da Gol, que tem a maior parte de seus custos operacionais ligados ao dólar, sofreu a maior queda do Ibovespa, com recuo de 10,29 por cento.

Nesta quarta-feira, as ações da companhia aérea subiam 2,63 por cento às 11h06, diante de alta de 0,93 por cento do Ibovespa.

Por Priscila Jordão

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