REEDIÇÃO-Petrobras e sócias renegociam contratos para reduzir atrasos em Lula, diz Petrogal

quarta-feira, 17 de junho de 2015 19:28 BRT
 

(Repete texto para esclarecer no 4º parágrafo que companhia está a "renegociar" contratos, e não "renunciar")

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras está renegociando contratos e avaliando a possibilidade de novas licitações no exterior para mitigar o atraso de plataformas que irão produzir petróleo no campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos, afirmou nesta quarta-feira o diretor-presidente da sócia na área Petrogal Brasil, uma unidade da portuguesa Galp, Carlos Alves.

O executivo disse que a expectativa de atraso de cerca de um ano para as primeiras quatro plataformas replicantes (P-66, P-67, P-68 e P-69) está mantida, por enquanto. O risco de atraso havia sido anunciado pela empresa no exterior.

"Neste momento essa perspectiva mantém-se, mas estamos a fazer o possível para tentar reduzir esse atraso", afirmou Alves, após participar de evento do setor, no Rio de Janeiro.

"Estamos a renegociar alguns contratos. Há a possibilidade de fazer alguns dos trabalhos previstos para serem feitos aqui no Brasil, no exterior", disse ele.

A Petrogal detém participação de 10 por cento no campo de Lula e tem como sócias a Petrobras, que é operadora com 65 por cento de participação, e a BG, com parcela de 25 por cento.

A Petrogal é atualmente a quarta maior produtora de petróleo do Brasil, com a extração diária de 30,927 mil barris por dia, segundo dados de abril da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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