Grupo CVC tem alta de 8% no lucro líquido ajustado do 1º tri

quinta-feira, 11 de maio de 2017 07:23 BRT
 

SÃO PAULO (Reuters) - O Grupo CVC, maior operadora de turismo do país, teve lucro líquido ajustado de 68,5 milhões de reais no primeiro trimestre, alta de 8,1 por cento ante lucro pró-forma no mesmo período de 2016, em meio a crescimento de vendas tanto no segmento de lazer quanto no corporativo.

A receita líquida da companhia subiu 4,7 por cento na base anual, para 298 milhões de reais, com crescimento de vendas medido pelas reservas confirmadas de 11,9 por cento, para 2,34 bilhões de reais. Os dados incluem o desempenho de Submarino Viagens e da RexturAdvance.

As operações da CVC mais Experimento (companhia focada no segmento de intercâmbio comprada no final de 2016) tiveram alta de 5,9 por cento na receita líquida, para 243,5 milhões de reais, com reservas confirmadas subindo 15,9 por cento, a 1,5 bilhão de reais.

"O crescimento das reservas confirmadas na CVC...foi ocasionado principalmente pelo forte crescimento das vendas nas mesmas lojas e pela recuperação das reservas do segmento internacional", disse a empresa no material de divulgação do balanço.

Juntos, Submarino e RexturAdvance mostraram estabilidade na receita líquida, a 54,8 milhões de reais, mas acréscimo de 5,1 por cento nas reservas confirmadas, para 810,7 milhões de reais.

O resultado operacional do grupo medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado subiu 12 por cento no terceiro trimestre sobre o resultado pró-forma um ano antes, para 166,5 milhões de reais.

As despesas operacionais recorrentes no período recuaram 3,1 por cento, para 147,6 milhões de reais, enquanto as despesas financeiras líquidas alcançaram 22,8 milhões reais, alta de 5,2 por cento ante resultado pró-forma de igual etapa de 2016.

As despesas de vendas caíram 8,2 por cento, a 48 milhões de reais, com a companhia atribuindo o resultado à otimização dos recursos de marketing e menor inadimplência entre os consumidores financiados pela empresa, como resultado de uma política de crédito mais restritiva.

(Por Paula Arend Laier, edição Alberto Alerigi Jr.)