Inflação em SP segue em baixa com alimentos e educação menores
SÃO PAULO (Reuters) - A inflação ao consumidor de São Paulo registrou mais uma desaceleração, acompanhando a continuidade da diminuição da alta dos preços de alimentos e vestuário, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), nesta terça-feira.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,22 por cento na segunda quadrissemana de fevereiro, seguindo a alta de 0,30 por cento na primeira.
Analistas consultados pela Reuters previam uma taxa de 0,21 por cento.
Os preços do grupo Alimentação avançaram 0,11 por cento na segunda leitura do mês, ante elevação de 0,28 por cento no dado anterior. Os custos de Educação tiveram aumento de 2,63 por cento, ante 3,68 por cento no início do mês.
Esses dois grupos costumam subir fortemente em janeiro --o primeiro devido ao clima quente que prejudica produtos como verduras, e o segundo em razão do início do ano letivo-- mas perdem força a partir de fevereiro.
O único grupo a apresentar recuo de preços na segunda quadrissemana foi Vestuário, de 0,59 por cento, em um movimento comum para o período.
O IPC mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos.
O índice da segunda quadrissemana mediu os preços entre 16 de janeiro e 14 de fevereiro.
(Reportagem de Vanessa Stelzer; Edição de Alberto Alerigi Jr.)
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