3 de Janeiro de 2013 / às 12:17 / em 5 anos

Venda de carros e comerciais leves cresce 6% em 2012 e bate recorde

SÃO PAULO, 3 Jan (Reuters) - A venda de automóveis e comerciais leves novos no Brasil em 2012 cresceu 6 por cento sobre o ano anterior, para 3,634 milhões de unidades, batendo o sexto recorde anual consecutivo, informou uma fonte com acesso aos dados de emplacamentos nesta quinta-feira.

Visitantes olham carros usados em feira de carros em São Paulo, em setembro de 2008. A venda de automóveis e comerciais leves novos no Brasil em 2012 cresceu 6 por cento sobre o ano anterior, para 3,634 milhões de unidades, batendo o sexto recorde anual consecutivo. 7/09/2008 REUTERS/Rodrigo Paiva /Files

O volume superou ligeiramente até as vendas totais de veículos de 2011, que incluindo caminhões e ônibus somaram 3,633 milhões de unidades.

A quebra do recorde já era esperada pela indústria, mas o número ficou um pouco acima do esperado. O governo renovou por sucessivas vezes o desconto no Imposto sobre Produtos Industrializados no ano passado, ajudando no crescimento das vendas, mas o tributo voltará a patamares normais gradualmente até o fim deste semestre.

A associação de distribuidores de veículos, Fenabrave, tinha expectativa que as vendas de carros e comerciais leves tivessem alta de 4 a 4,8 por cento em 2012. A entidade divulga mais tarde nesta quinta-feira dados oficiais de licenciamentos do ano passado.

As vendas de dezembro somaram 343.744 unidades, volume 15,7 por cento acima do vendido em novembro. Com o resultado, dezembro foi o quarto maior mês de vendas na história do setor, segundo a fonte. Na comparação com dezembro de 2011, as vendas de carros e comerciais leves do mês passado foram 4,4 por cento mais altas.

A Fiat encerrou 2012 com participação de 23,1 por cento no total vendido de automóveis e comerciais leves ante 22 por cento em 2011. Já a Volkswagen teve fatia de 21,1 por cento após 20,4 por cento em 2011, segundo a fonte.

Enquanto isso, a General Motors fechou o ano passado com fatia de 17,7 por cento após 18,45 por cento em 2011. A Ford teve participação de 8,9 por cento após 9,2 por cento no ano anterior e a Renault registrou segundo a fonte participação de 6,6 por cento após 5,7 por cento em 2011.

Por Alberto Alerigi Jr.

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