Preço médio de imóveis no Brasil sobe 0,9% em janeiro--FipeZap

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 10:29 BRST
 

SÃO PAULO (Reuters) - O preço médio do metro quadrado de imóveis anunciados em 16 cidades brasileiras iniciou o ano com alta de 0,9 por cento em janeiro sobre dezembro, segundo o índice FipeZap ampliado, divulgado nesta segunda-feira, que apontou o Rio de Janeiro com o metro quadrado mais caro do país.

Em janeiro de 2012, o indicador havia registrado aumento mensal de 1,1 por cento.

No mês passado, o preço médio máximo do metro quadrado anunciado ficou entre 8.711 reais, no Rio de Janeiro, e o menor foi apurado em Vila Velha (ES), 3.440 reais. Em São Paulo, o valor foi de 6.922 reais, enquanto a média das 16 cidades pesquisadas foi de 6.350 reais.

Desenvolvido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o portal online Zap Imóveis, o indicador passou a acompanhar neste ano o preço médio do metro quadrado de imóveis prontos anunciados nas cidades de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul, em São Paulo; Niterói (RJ), Vitória e Vila Velha, no Espírito Santo; Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Florianópolis (SC), além dos municípios que já eram monitorados desde 2007 --São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Distrito Federal, Salvador, Fortaleza e Recife.

"Sabíamos que sua cobertura ainda não era suficiente para atender todas as regiões e, por essa razão, apresentamos agora uma evolução do índice", afirmou o diretor geral do Zap, Eduardo Gama Schaeffer.

Se considerada a variação real de preço acumulada desde junho de 2012, Curitiba (-6,1 por cento), Brasília (-5,8 por cento), Florianópolis (-4,4 por cento), Vila Velha (-3,5 por cento), Vitória e Belo Horizonte (ambas com -1,1 por cento) e Recife (-0,6 por cento) tiveram queda real no preço médio do metro quadrado anunciado.

Por outro lado, Niteroi (+5,4 por cento) e Porto Alegre (+4,6 por cento) registraram os maiores aumentos reais nos preços. São Paulo e Rio de Janeiro registraram nesse mesmo período aumentos reais de 4,2 e 3,5 por cento, respectivamente.

(Por Vivian Pereira)