Varejo tem estabilidade em maio com recuperação em supermercados

quinta-feira, 11 de julho de 2013 11:32 BRT
 

Por Camila Moreira

SÃO PAULO, 11 Jul (Reuters) - As vendas no varejo brasileiro registraram estabilidade em maio ante abril, num resultado melhor do que o esperado, com recuperação do setor de supermercados, alimentos, bebidas e fumo.

De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com maio de 2012 as vendas apresentaram avanço de 4,5 por cento.

Ambos os resultados ficaram acima da expectativa em pesquisa da Reuters, cuja projeção era de queda de 0,3 por cento na variação mensal e de alta de 3,5 por cento na anual.

A estabilidade em maio, porém, representa uma desaceleração das vendas mensais, já que em abril elas cresceram 0,6 por cento, em resultado revisado pelo IBGE nesta quinta-feira após divulgação de avanço de 0,5 por cento.

Segundo o IBGE, as vendas mensais de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo aumentaram 1,9 por cento em maio, após quedas de 0,3 por cento em abril e de 2,1 por cento em março.

Outras três das dez atividades pesquisadas tiveram variações positivas: combustíveis e lubrificantes (0,6 por cento), móveis e eletrodomésticos (0,4 por cento), veículos e motos, partes e peças (0,4 por cento).

Por outro lado, entre os resultados negativos destacaram-se livros, jornais, revistas e papelaria (-2,2 por cento); tecidos, vestuário e calçados (-2,6 por cento); e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-2,6 por cento).

Em relação a igual período de 2012, as vendas de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo tiveram alta de 2,6 por cento em maio, após queda de 5,4 por cento em abril.   Continuação...

 
Mulher examina peça de roupa em loja de rua, no Rio de Janeiro. As vendas no varejo brasileiro registraram estabilidade em maio ante abril, num resultado melhor do que o esperado, com recuperação do setor de supermercados, alimentos, bebidas e fumo. 30/11/2012. REUTERS/Sergio Moraes