6 de Agosto de 2013 / às 15:19 / em 4 anos

Petrobras diz ter caixa para atuar em leilão de pré-sal com mais de 30%

Edifício da Universidade Petrobras no Rio de Janeiro. A Petrobras possui caixa suficiente para entrar no leilão de Libra, no pré-sal da bacia de Santos, com mais de 30 por cento de participação no consórcio que será formado para concorrer pela área exploratória gigante, disse nesta terça-feira o diretor de Exploração e Produção da estatal, José Formigli, durante evento no Rio de Janeiro. 9/10/2012. REUTERS/Ricardo Moraes

RIO DE JANEIRO, 6 Ago (Reuters) - A Petrobras possui caixa suficiente para entrar no leilão de Libra, no pré-sal da bacia de Santos, com mais de 30 por cento de participação no consórcio que será formado para concorrer pela área exploratória gigante, disse nesta terça-feira o diretor de Exploração e Produção da estatal, José Formigli, durante evento no Rio de Janeiro.

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, já havia dito anteriormente que a empresa estudava a possibilidade de participar do leilão de outubro com uma fatia acima do mínimo de 30 por cento estipulado pelo governo para licitações do pré-sal.

A área de Libra é a maior reserva de petróleo do Brasil, com estimativas das reservas recuperáveis que poderão atingir de 8 a 12 bilhões de barris.

A afirmação de Formigli foi feita durante discurso em cerimônia que marca o início das assinaturas dos contratos dos blocos leiloados na 11a rodada, realizada em maio.

Dos 34 blocos que arrematou na 11a rodada, a Petrobras vai assinar, por ora, contratos de 13 áreas.

O prazo final para a assinatura dos contratos é 30 de agosto.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíves (ANP) realiza ainda nesta terça-feira audiência pública para discutir as regras previstas nas minutas do edital e dos contratos do leilão da área de Libra, que será realizado pelo novo modelo de partilha.

Formigli reafirmou ainda que a Petrobras deve voltar a aumentar a produção no segundo semestre, após operações afetadas por manutenções na primeira metade do ano.

A produção de petróleo da Petrobras no Brasil já apresentou recuperação em junho, crescendo 4,6 por cento ante maio.

Por Sabrina Lorenzi e Rodrigo Viga Gaier

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