ThyssenKrupp considera venda apenas de usina nos EUA--fontes

terça-feira, 13 de agosto de 2013 11:59 BRT
 

FRANKFURT, 13 Ago (Reuters) - A ThyssenKrupp está avaliando várias opções para se livrar da unidade Steel Americas, incluindo vender apenas a parte norte-americana da divisão, já que negociações para venda da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) seguem complicadas, afirmaram duas fontes nesta terça-feira.

A venda de apenas a usina laminadora no Estado norte-americano do Alabama deixará a ThyssenKrupp ainda no controle da CSA, que tem gerado grandes prejuízos ao grupo alemão nos últimos dois anos.

As duas fontes, que estão próximas das negociações, deixaram claro que uma decisão final sobre o assunto ainda não foi tomada.

A ThyssenKrupp tem tentado há mais de um ano encontrar compradores para a CSA e para a usina no Alabama, que custaram mais do que o esperado para serem construídas e têm gerado prejuízos desde então.

A Companhia Siderúrgica Nacional tem sido considerada como a mais provável compradora das usinas da unidade Steel Americas, mas o preço e qual será o envolvimento futuro da ThyssenKrupp são pontos que estão dificultando um acordo.

"A ThyssenKrupp tem esperado por um avanço em questão de semanas, mas nada tem acontecido", disse uma das fontes à Reuters.

Os comentários foram feitos depois que o Wall Street Journal publicou na segunda-feira que a ThyssenKrupp poderia acabar não vendendo a CSA.

O grupo alemão reiterou que mantém negociações avançadas com um interessado sobre a venda da Steel Americas com objetivo de atingir um acordo "em breve". A CSN não comentou o assunto.

(Por Alexander Hübner e Arno Schuetze)

 
Sede do conglomerado industrial ThyssenKrupp AG em Essen, Alemanha, 16 de janeiro de 1013. A ThyssenKrupp está avaliando várias opções para se livrar da unidade Steel Americas, incluindo vender apenas a parte norte-americana da divisão, já que negociações para venda da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) seguem complicadas, afirmaram duas fontes nesta terça-feira. 16/01/2013 REUTERS/Ina Fassbender