PIB dos EUA acelera com força no 2º tri a uma taxa anual de 2,5%

quinta-feira, 29 de agosto de 2013 11:03 BRT
 

Por Jason Lange

WASHINGTON, 29 Ago (Reuters) - A economia dos Estados Unidos acelerou de maneira mais rápida que o esperado no segundo trimestre, graças ao aumento nas exportações, reforçando o cenário para que o Federal Reserve, banco central do país, reduza seu programa de estímulo econômico.

Outros dados econômicos divulgados nesta quinta-feira mostraram que o número de norte-americanos que solicitaram novos pedidos de auxílio-desemprego caiu na semana passada, sinal potencial de aceleração de contratações em agosto.

O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA cresceu a uma taxa anual de 2,5 por cento no período entre abril e junho, de acordo com estimativas revisadas para o período que foram divulgadas pelo Departamento do Comércio nesta quinta-feira. A taxa de crescimento do trimestre foi mais que o dobro do ritmo registrado nos três meses anteriores.

Os relatórios podem estimular a confiança de que a economia está melhorando apesar das medidas de austeridade do governo e uma taxa de desemprego ainda alta.

O governo havia estimado inicialmente que o PIB cresceu a uma taxa de 1,7 por cento no segundo trimestre. Mas dados recentes sobre o comércio mostraram que as exportações saltaram no período no ritmo mais rápido em mais de dois anos.

O governo também informou que os dados dos varejistas mostraram que as empresas reabasteceram suas prateleiras em um ritmo mais veloz no período de abril a junho do que inicialmente estimado.

Economistas consultados pela Reuters esperavam que a economia cresceria a um ritmo de 2,2 por cento.

Muitos economistas esperam que a economia irá acelerar mais no segundo semestre do ano, conforme as medidas de austeridade começarem a pesar menos sobre a produção nacional.   Continuação...

 
Trabalhadores montam aparelhos domésticos integrados na fábrica da Whirlpool em Cleveland, Tennessee, 21 de agosto de 2013. A economia dos Estados Unidos acelerou de maneira mais rápida que o esperado no segundo trimestre, graças ao aumento nas exportações, reforçando o cenário para que o Federal Reserve, banco central do país, reduza seu programa de estímulo econômico. 21/08/2013 REUTERS/Chris Berry