10 de Setembro de 2013 / às 00:24 / 4 anos atrás

HRT diz que poço Moosehead-1, na Namíbia, foi considerado seco

RIO DE JANEIRO, 9 Set (Reuters) - A HRT Participações informou nesta segunda-feira que que o poço Moosehead-1, no offshore da Namíbia, na África, foi considerado seco.

O objetivo do poço era testar o Prospecto Moosedhead, localizado na Petroleum Exploration License 24 (PEL-24), na Bacia de Orange, no país africano, disse a companhia em fato relevante.

O Moosehead-1 também pretendia testar o potencial para óleo de reservatórios considerados equivalentes aos reservatórios do pré-sal do Brasil e de Angola, adicionou a HRT.

Apesar da natureza do reservatório ter apresentando similaridades com o pré-sal como se esperava, uma porosidade menos desenvolvida fez com o que o poço fosse considerado seco.

O poço está localizado em lâmina d‘água de 1.716 metros e foi perfurado a uma profundidade total de 4.170 metros durante 47 dias, pela sonda semissubmersível Transocean Marianas.

“Com isso, a HRT completa sua campanha exploratória na Namíbia e a Transocean Marianas está disponível para sublocação”, informou a companhia.

A HRT é a operadora de 10 blocos offshore na Namíbia, incluídos em quatro Licenças de Exploração de Petróleo. A GALP Energia, com 14 por cento de participação, é a parceira da HRT na perfuração dos três primeiros poços da atual campanha de exploração.

“O momento agora é para a realização de análises completas dos resultados obtidos nos nossos três poços e ativos na Namíbia para que novos planos sejam traçados para 2014 e 2015”, disse o presidente da HRT, Milton Franke, no fato relevante.

Ele disse ainda que o poço Moosehead conclui a primeira campanha de perfuração da HRT na Namíbia “com informações geológicas muito importantes, mesmo sem ocorrência de zonas de interesse nesse poço”.

De acordo com a HRT, maiores análises da amostragem do poço contribuirão com a continuidade da exploração em seus blocos na Namíbia.

A companhia anunciou o início da perfuração do poço em 6 de agosto. Em julho, a empresa informou que o Murombe-1, também na Namíbia, foi considerado seco, dois meses depois de ter informado que o óleo encontrado em Wingat-1, na mesma bacia, não tinha volume comercial.

Por Juliana Schincariol

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