Copersucar retoma operações em terminal em Santos a partir de janeiro

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013 13:52 BRST
 

SÃO PAULO, 4 Dez (Reuters) - A Copersucar, maior comercializadora de açúcar e etanol do mundo, pretende começar a operar com volumes reduzidos a partir de janeiro em seu terminal no porto de Santos, amplamente danificado por um incêndio no final de outubro.

Nesta primeira etapa, o ritmo de embarques deverá ser de 250 mil toneladas por mês, informou a empresa, em nota.

Com o andamento de obras emergenciais, o terminal estará operando com capacidade de 4 milhões de toneladas por ano (cerca de 330 mil tonelada/mês) a partir de maio de 2014.

Os embarques no terminal açucareiro de Santos deverão voltar ao normal apenas em fevereiro de 2015, retomando uma capacidade anual de 10 milhões de toneladas ano (aproximadamente 830 mil toneladas/mês).

"As ações emergenciais estão em curso desde o primeiro momento e as obras de reconstrução já iniciadas", disse a Copersucar.

Segundo a companhia, os embarques da safra atual (2013/14) já estão equacionados.

Entre novembro deste ano e março de 2014, a Copersucar embarcará 3,2 milhões de toneladas de açúcar a granel, sendo cerca de 700 mil em seu próprio terminal.

Para a próxima safra (2014/15), que começa oficialmente em abril, a previsão de embarques é de cerca de 4 milhões de tonelada a partir do terminal de Santos. Os volumes restantes serão embarcados em operação com outros terminais nos portos de Santos e Paranaguá.

"Apesar do grande impacto do sinistro, as ações de contingenciamento e as soluções emergenciais adotadas, tanto nas operações logísticas quanto portuárias, permitirão minimizar os efeitos para o mercado", disse a Copersucar.   Continuação...

 
Os escombros de um armazém de açúcar que pegou fogo, em Santos. A Copersucar, maior comercializadora de açúcar e etanol do mundo, pretende começar a operar com volumes reduzidos a partir de janeiro em seu terminal no porto de Santos, amplamente danificado por um incêndio no final de outubro. 29/10/2013 REUTERS/Paulo Whitaker