13 de Março de 2014 / às 15:08 / em 3 anos

Varejo recupera-se nos EUA e pedidos de auxílio-desemprego caem

Uma consumidora entra em uma loja da varejista J.Crew em Manhattan, Nova York. As vendas no varejo nos Estados Unidos mostraram recuperação em fevereiro e o número de novos pedidos de auxílio-desemprego atingiu mínima em três meses na semana passada, sugerindo alguma força na economia após o clima frio desacelerar abruptamente a atividade nos últimos meses. 03/05/2014Mike Segar

Por Lucia Mutikani

WASHINGTON, 13 Mar (Reuters) - As vendas no varejo nos Estados Unidos mostraram recuperação em fevereiro e o número de novos pedidos de auxílio-desemprego atingiu mínima em três meses na semana passada, sugerindo alguma força na economia após o clima frio desacelerar abruptamente a atividade nos últimos meses.

O Departamento do Comércio informou nesta quinta-feira que as vendas no varejo aumentaram 0,3 por cento no mês passado, com as receitas crescendo na maioria das categorias. O número vem após queda de 0,6 por cento em janeiro, segundo dados revisados, e interrompe dois meses de declínio.

"Os consumidores parecem estar de volta ao jogo", disse o vice-economista-chefe do TD Securities, Millan Mulraine.

"Vemos isso como nova confirmação de que o ímpeto intrínseco da economia continua bastante favorável e esperamos aceleração dos gastos nos próximos meses", acrescentou.

Economistas consultados pela Reuters projetavam crescimento de 0,2 por cento nas vendas no varejo em fevereiro.

O clima frio e o inverno com neve atrapalharam atividade econômica no fim de 2013 e no começo deste ano.

Em relatório separado, o Departamento do Trabalho divulgou que o número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego recuou em 9 mil, para 315 mil segundo dados ajustados sazonalmente.

Foi a menor leitura desde o fim de novembro. Economistas haviam previsto alta para 330 mil na semana que terminou em 8 de março.

A média móvel de quatro semanas para os novos pedidos, considerada medida melhor das condições do mercado de trabalho pois atenua a volatilidade semanal, recuou ao menor nível desde o início de dezembro.

"Certamente não há sinais de enfraquecimento, ampliando as evidências de que a recente desaceleração no mercado de trabalho é relacionada ao clima e temporária", disse o economista-chefe para os EUA do High Frequency Economics Jim O'Sullivan.

Além disso, os estoques empresariais nos EUA subiram 0,4 por cento em janeiro, em linha com as expectativas de economistas em pesquisa Reuters.

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