14 de Março de 2014 / às 15:13 / em 4 anos

Copersucar eleva exportação de açúcar em 11% na safra 13/14

Trabalhadores carregam sacos com açúcar na usina de cana Paraíso, em Campos dos Goytacazes. A Copersucar, maior comercializadora global de açúcar e etanol, deve registrar um aumento de 11 por cento nas exportações do adoçante na safra 2013/14, para 6,8 milhões de toneladas, disse a companhia em comunicado nesta sexta-feira. 10/11/2010 REUTERS/Sergio Moraes

SÃO PAULO, 14 Mar (Reuters) - A Copersucar, maior comercializadora global de açúcar e etanol, deve registrar um aumento de 11 por cento nas exportações do adoçante na safra 2013/14, para 6,8 milhões de toneladas, disse a companhia em comunicado nesta sexta-feira.

A safra de cana do centro-sul vai de abril ao final de março.

O total comercializado pela companhia no período deve somar 8,5 milhões de toneladas até o final de março, com alta de 10 por cento ante o ciclo anterior.

A exportação cresce apesar de o Terminal Açucareiro Copersucar (TAC), no porto de Santos, ter sido atingido por um incêndio em outubro último, disse a empresa em comunicado.

O incêndio paralisou temporariamente as operações em Santos. Depois os embarques foram retomados de maneira lenta e precária.

Esse terminal deve concluir a safra com uma queda de 20 por cento nos volumes embarcados, totalizando cerca de 4,1 milhões de toneladas, segundo a empresa.

A Copersucar também opera no porto de Paranaguá (PR), para onde parte de suas exportações foi redirecionada com o incêndio. A companhia também utilizou terminais de terceiros em Santos

Os embarques, desde a retomada das operações do terminal de Santos, foram estimados em 700 mil toneladas de açúcar até o final de março.

“Os números marcam a retomada gradual de capacidade de embarque de açúcar no TAC, em paralelo às obras de reconstrução do local”, disse.

Os embarques pelo terminal chegaram a 200 mil toneladas em fevereiro, e Copersucar prevê que devem atingir 250 mil toneladas de açúcar em março.

Pelo cronograma de reconstrução divulgado pela companhia, as fases seguintes incluem a recapacitação das moegas e a solução definitiva dos armazéns, com o crescimento gradual das capacidades de recepção e armazenagem, até a recuperação definitiva das condições originais.

A partir de maio, o terminal deverá operar com capacidade anualizada de 4 milhões de toneladas e deve voltar a operar em condições definitivas a partir de fevereiro de 2015, com capacidade anual de embarque de 10 milhões de toneladas.

Por Fabíola Gomes

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