ZOOM-Com Abyara, Brasil Brokers completará 25a aquisição

quinta-feira, 5 de junho de 2008 17:24 BRT
 

 Por Cláudia Fontoura
 SÃO PAULO (Reuters) - A Brasil Brokers está prestes a
completar sua 25a aquisição desde que foi criada em janeiro de
2007. Em fato relevante, a consultoria imobiliária divulgou que
está em negociações para compra de parte das operações da
Abyara Planejamento Imobiliário .
 O negócio envolve apenas as atividades de consultoria,
assessoria e intermediação imobiliária, que eram o principal
negócio da Abyara na época de sua fundação em 1996. Dez anos
depois, a companhia criou a área de incorporação imobiliária
que está fora da negociação.
 Com presença em cinco regiões, a Brasil Brokers
Participações abriu o capital em outubro de 2007 e tornou-se a
maior do setor em valor de mercado. A empresa é controlada pelo
Fundo Gulf I de Investimentos em Participações, que tem como
sócios Ney Prado Junior, Sergio Freire e Julio Piña.

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 TROCA DE COMANDO
 A Ericsson Brasil vai mudar de comando. A companhia
anunciou nesta quinta-feira que Johan Wibergh está deixando a
presidência da subsidiária brasileira para assumir a
vice-presidência mundial de Redes da companhia a partir de 1o
de julho.
 Em seu lugar, assume interinamente Emil Nilsson, que
ocupava o cargo de VP Financeiro da empresa no Brasil.  
Wibergh vai substituir Kurt Jofs, atual vice-presidente mundial
da unidade de Redes da Ericsson, que decidiu deixar a empresa
no final do ano.
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 APETITE DA ESTÁCIO
 A Estácio Participações avança novamente em São Paulo. A
companhia anunciou a compra da Faculdade Magister, com dois
campus na capital, por 4,3 milhões de reais. É a quarta
aquisição no Estado neste ano e a entrada da GP Investimentos
no capital da Estácio em maio pode acelerar ainda mais o ritmo
das compras.
 O negócio reforça também o movimento de consolidação do
setor de educação no país. No dia 30 de maio, a Anhanguera
Educacional divulgou a sexta aquisição do ano. Comprou de uma
tacada só a Faenac, de São Caetano (SP), e a Fabrai, de Belo
Horizonte.
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 NA CONTRAMÃO
 Diferente de Standard & Poor's e Fitch, a SR Rating,
agência de classificação de risco brasileira presidida pelo
economista Paulo Rabello de Castro, negou o selo de
investimento seguro aos títulos soberanos do país.
 A instituição havia sido a primeira a elevar a nota do
Brasil, em 2004, para um grau abaixo da faixa considerada grau
de investimento, o que as grandes só fizeram dois anos depois.
 "As decisões importantes o governo Lula tomou em 2003", diz
Castro. "O resto foi só consequência", acrescenta. Para ele,
uma nova elevação do rating do país depende de mais ousadia do
governo, especialmente na questão fiscal.
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 TEMPO INVESTE EM HOMECARE
 A Tempo Participações, empresa de administração de planos
de saúde comprou a Staff Builders, especializada em
atendimentos domiciliares na área de saúde.
 A nova empresa do grupo será absorvida pela Efectiva Saúde
Gerenciada, sociedade criada para unificar as operações de
Homecare da Tempo no Brasil. Em 2007, a companhia já havia
comprado a Med-Lar, também do segmento de atendimento
domiciliar, e as administradoras de planos odontológicos, 
Odonto Empresa e Oral Tech +.

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 BANCO SUSTENTÁVEL
 Único brasileiro entre os finalistas, o Banco Real recebeu
em Londres, o prêmio "Banco Sustentável do Ano" no Financial
Times Sustainable Banking Awards. Duas instituições britânicas,
uma norte-americana e uma holandesa, estavam no páreo.
 Realizada pelo Financial Times e pelo International Finance
Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial, a
premiação elege os bancos com as melhores políticas e práticas
de sustentabilidade no mundo.
 O Real, que adota políticas de sustentabilidade desde 2001,
também ficou em primeiro lugar na categoria "Banco Sustentável
do Ano em Mercados Emergentes".
 (Com reportagem de Aluísio Alves)