6 de Junho de 2008 / às 14:46 / 9 anos atrás

BOVESPA-Wall Street pesa e índice recua mais de 1%

SÃO PAULO, 6 de junho (Reuters) - O mercado acionário brasileiro acusava a influência negativa de Wall Street e operava no vermelho nesta sexta-feira.

Às 11h41, o Ibovespa .BVSP, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, assinavala baixa de 1,5 por cento, aos 70.140 pontos. O giro financeiro era de 1,7 bilhão de reais.

Guiava os negócios a repercussão negativa da divulgação de dados de desemprego nos Estados Unidos sobre as bolsas nova-iorquinas. O país fechou 49 mil postos de trabalho em maio, elevando sua taxa de desocupação para 5,5 por cento, a maior desde outubro de 2004.

O índice Dow Jones .DJI, da Bolsa de Nova York, caía 1,8 por cento, depois de ter flertado com os 2 por cento de baixa.

O movimento caiu como uma luva para os investidores que queriam embolsar os ganhos registrados na quinta-feira na Bovespa, quando o índice subiu 3,69 por cento, a maior alta desde 30 de abril.

Das 66 ações que compõem o Ibovespa, 64 operavam no vermelho. Os líderes de queda eram os papéis preferenciais da Eletropaulo ELPL6.SA, recuando 3,3 por cento, a 38,63 reais. O setor bancário também era destaque negativo, sob liderança das units do Unibanco UBBR11.SA, que caíam 3,76 por cento, valendo 23,62 reais.

A queda só não era maior devido ao desemepnho mais moderado dop carro-chefe da Bovespa, as ações preferenciais da Petrobras (PETR4.SA), que caíam 0,53 por cento, a 47,31 reais.

Isto devido ao salto de 5 por cento nas cotações do barril de petróleo CLc1, que superava os 133 dólares em Nova York.

“Isso tem a ver com um relatório emitido pelo Morgan Stanley”, disse André Querne, sócio-diretor da Rio Gestão de Recursos.

No documento citado, o banco de investimentos previu que o preço do barril do óleo chegará a 150 dólares até 4 de julho, na esteira do aumento das tensões no Oriente Médio, maior fonte mundial da commodity.

Nesta sexta-feira, um membro do governo israelense afirmou que um ataque de seu país contra instalações nucleares do Irã parece inevitável.

Reportagem de Aluísio Alves; Edição de Renato Andrade

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