10 de Julho de 2008 / às 18:28 / 9 anos atrás

SAIBA MAIS-Embrapa tem convênios em quatro continentes

BRASÍLIA (Reuters) - Os bons resultados da Embrapa no desenvolvimento de sementes e técnicas agrícolas tropicais levou a empresa brasileira a ter acordos bilaterais de cooperação técnica com 49 países em quatro continentes.

Atualmente, a Embrapa só não atua na Oceania, mas na quarta-feira cientistas australianos visitaram a unidade de recursos genéticos e biotecnologia da empresa para conhecer pesquisas nas áreas vegetal e animal.

Veja a seguir os países em que a Embrapa está presente e os projetos que apóia e desenvolve.

AMÉRICAS

-- Estados Unidos, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.

-- Apoio à construção de cisternas, desenvolvimento de tecnologia agropecuária e sistemas de produção de ovinos e caprinos. Transfere técnicas para o cultivo e processamento de frutas, produção de hortaliças, côco, mamona, soja, manga, mandioca, pêra, vinho e biodiesel. Realiza pesquisas genéticas, de biotecnologia e proteção contra pragas. Outra demanda desses países é a modernização de seus setores sucroalcooleiros.

ÁSIA

-- China, Japão, Coréia do Sul, Índia e Sri Lanka.

-- Intercâmbio em pesquisas sobre o arroz e a gestão de recursos hídricos. Com o Japão, a Embrapa estuda projetos conjuntos em terceiros países.

ÁFRICA

-- África do Sul, Angola, Botsuana, Burkina Faso, Cabo Verde, Camarões, Congo, Gana, Guiné Bissau, Marrocos, Moçambique, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Senegal e Zimbábue.

-- Desenvolvimento rural, produção de caprinos, hortifruticultura e apoio em técnicas de produção pecuária de corte e de leite. A empresa também ajuda os países a fortalecerem suas instituições de pesquisas agropecuárias.

EUROPA

-- Dinamarca, Espanha, França, Holanda, Hungria, Itália, Portugal, Reino Unido e Suíça.

-- Intercâmbios de técnicas, pesquisas em alimentos orgânicos e uso do potássio. Nos países desenvolvidos, os técnicos da instituição têm acesso a novas tecnologias. Depois, empregam esses conhecimentos no Brasil. (Reportagem de Fernando Exman)

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