March 10, 2008 / 10:33 AM / in 9 years

Socialistas vencem na Espanha mas não obtêm maioria absoluta

2 Min, DE LEITURA

<p>Socialistas vencem na Espanha mas n&atilde;o obt&ecirc;m maioria absoluta. O Partido Socialista espanhol venceu as elei&ccedil;&otilde;es de domingo, mas n&atilde;o conseguiu a maioria absoluta que poderia ajud&aacute;-los a agir mais rapidamente para proteger a economia de uma desacelera&ccedil;&atilde;o. 9 de mar&ccedil;o. Photo by Alessandro Bianchi</p>

Por Jane Barrett

MADRI (Reuters) - O Partido Socialista espanhol venceu as eleições de domingo, mas não conseguiu a maioria absoluta que poderia ajudá-los a agir mais rapidamente para proteger a economia contra uma desaceleração.

"Governarei para todas as pessoas, pensando primeiro naqueles que não têm nada", disse o primeiro-ministro José Luis Rodríguez Zapatero a milhares de simpatizantes com bandeiras vermelhas na sede do Partido Socialista.

Com 96 por cento dos votos apurados, a projeção era de que os socialistas ficassem com 196 assentos no parlamento de 350 cadeiras da câmara baixa, cinco a mais que na legislatura anterior.

O conservador Partido Popular (PP) ficou com 153 assentos, também um crescimento de cinco cadeiras na comparação com 2004, quando os eleitores se voltaram contra a legenda após o então governo do PP se apressar em culpar o grupo separatista basco ETA por atentados contra trens que, mais tarde, descobriu-se ter sido realizado por extremistas islâmicos.

Os grandes derrotados da noite foram pequenos partidos de esquerda.

"Somos o partido político que ganhou mais assentos do que qualquer outro na Espanha, em votação e em percentual", disse o líder do PP, Mariano Rajoy, a simpatizantes.

A desaceleração econômica e a forte alta do desemprego dominaram a campanha eleitoral até a sexta-feira, quando um ex-vereador socialista foi morto a tiros no País Basco. Os dois principais partidos culparam o ETA pelo assassinato.

Zapatero, 47, iniciou o discurso da vitória lembrando as cinco mortes atribuídas ao ETA desde que terminou um cessar-fogo em dezembro de 2006.

"Sentimos a ausência de todas as vítimas do terrorismo. Eles vivem em nossas memórias", disse Zapatero, que descartou uma negociação com o ETA em seu segundo mandato.

Reportagem adicional de Sonya Dowsett, Manuel Maria Ruiz e Jason Webb

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