11 de Dezembro de 2007 / às 14:33 / 10 anos atrás

Alquéres diz que valor da energia do Madeira sustenta projeto

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O preço da energia oferecido pelo consórcio vencedor do leilão da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, será suficiente para remunerar os empreendedores e o valor é compatível com estudos feitos pela Eletrobrás em 1995, afirmou o presidente da Light, José Luiz Alquéres.

“Esse preço (78,87 reais por MWh) remunerará os investidores, os construtores e os fabricantes de equipamentos, além de atender todos os requisitos ambientais”, disse ele a jornalistas em evento na Associação Comercial do Rio de Janeiro, na terça-feira.

O presidente da Light, empresa controlada pela Cemig, que está no consórcio vencedor, afirmou que estudos da Eletrobrás feitos na década de 1990 já apontavam para um preço de energia do rio Madeira próximo ao patamar apresentado na segunda-feira.

“O plano 2015 feito no início da década de 1990 pela Eletrobrás mostra que esse é um preço adequado para um país que precisa de energia a um preço competitivo na sua cadeia produtiva. O preço está em linha com estudos que apontavam para 35 dólares por MWh”, completou Alqueres.

Ele afirmou ainda que o leilão da usina de Santo Antônio sinaliza para um patamar baixo no preço da energia para as usinas Jirau, no Madeira, e Belo Monte, no Pará.

“Elas podem até apresentar preços mais atratativos. Jirau por compartilhar a infra-estrutura de Santo Antonio e Belo Monte é um aproveitamento sensivelmente melhor”.

Por Rodrigo Viga Gaier; Edição de Denise Luna

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