CANAL ENERGIA-Leilão A-5 negocia 426,761 mi MWh por R$60,5 bi

terça-feira, 30 de setembro de 2008 15:29 BRT
 

Neoenergia arremata Baixo Iguaçu e leilão negocia 3.125 MWmed de 24 empreendimentos Fábio Couto, da Agência CanalEnergia, de São Paulo, Negócios 30/09/2008 O leilão de energia nova A-5 foi encerrado há poucos instantes, com negociação de 426,761 milhões de MWh, que movimentaram R$ 60,506 bilhões. O preço de venda médio ficou em R$ 145,23 por MWh para o produto térmico - o que correspondeu a um deságio inferior a 1%. Em energia assegurada, o leilão negociou 3.125 MWmed, sendo 121 MWmed da hidrelétrica Baixo Iguaçu (PR, 350 MW). O grupo Neoenergia foi quem arrematou a usina na primeira fase do leilão, com preço de lance de R$ 99 por MW. O preço de venda ficou em R$ 98,98 por MWh. A usina que mais vendeu energia foi atérmica Porto do Pecém II, da MPX, movida a carvão mineral, com 276 MWmed, a um preço de R$ 146 por MWh. Na etapa outras fontes, 23 empreendimentos negociaram energia: quatro a GNL, uma a bagaço de cana e uma a carvão mineral - a Porto do Pecém II, da MPX. Os contratos foram fechados com as 39 distribuidoras habilitadas para o leilão. O leilão A-5 tinha 49 usinas aptas a negociar energia no certame, com total de 12,4 mil MWmed - a hidrelétrica Baixo Iguaçu, uma eólica e 47 térmicas. A distribuidora que mais comprou contratos foi a Cemat (MT), com 45,487 milhões de MWh (10,66% do montante negociado), seguida pela Copel Distribuição (PR), com 43,187 milhões de MWh adquiridos (10,12%). A terceira maior compradora foi a Ampla (RJ), com 37,017 milhões de MWh - 8,67% do total. Realizado nesta terça-feira, 30 de setembro, pela internet, o leilão durou 01:18 horas. O leilão começou com quase duas horas de atraso por conta de ameaça de bomba no prédio da CCEE, onde estava localizado a central de operações do certame. Na véspera, uma liminar ameaçou a oferta de Baixo Iguaçu e as térmicas MC Gravataí (carvão) e MC Osório (carvão) foram excluídas da disputa por falta de licença ambiental.

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