Museu da CBF usa interatividade para contar história do futebol brasileiro

quinta-feira, 24 de julho de 2014 19:40 BRT
 

Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Cem anos de história da seleção brasileira são contados através de muitas imagens, tecnologia e interatividade no Museu da CBF, que abrirá ao público a partir do mês que vem na sede da entidade, no Rio de Janeiro.

Logo na entrada, um projetor revela as histórias das primeiras Copas do Mundo sem deixar de lado o primeiro fracasso do Brasil em casa, a perda do título de 1950 para o Uruguai. Com sonorização no ambiente e vídeos recuperados, é possível sentir o sofrimento dos brasileiros que lotaram o Maracanã.

A caminhada até os tempos atuais é cercada de muita tecnologia e interatividade. Em uma mesa com várias telas com a tecnologia touch scream, o visitante pode viajar pelo tempo e conhecer os mínimos detalhes da performance brasileira nos Mundiais, com narrações dos gols nas vozes dos principais locutores de rádios e TVs do Brasil.

O museu tem ainda muitos troféus conquistados pela seleção brasileira e um painel digital interativo permite que o visitante clique virtualmente em um troféu exposto e conheça detalhes sobre o triunfo do Brasil.

A Jules Rimet, taça do tricampeonato mundial no México e que foi roubada na sede da antiga da CBF, está exposta numa vitrine do museu, mas se trata de uma réplica.

O projeto do museu levou mais de dois anos para ser executado e não teve o valor divulgado. “A partir do mês que vem estará aberto ao público, e aqui está o resultado de um grande esforço e dedicação de vários profissionais”, disse à Reuters nesta o diretor de patrimônio da CBF, Dino Gentille.

O museu começa a funcionar na nova sede da CBF, o pomposo edifício José Maria Marin, na Barra da Tijuca, em 1o de agosto e o ingresso custará de 12 a 22 reais.

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