2 de Junho de 2013 / às 18:33 / em 4 anos

Marin garante que permanece no COL até a Copa do Mundo

Por Rodrigo Viga Gaier

José Maria Marin, presidente da CBF, sorri após reunião executiva que confirmou Eugenio Figueredo como presidente da CONMEBOL, em Assunção, Paraguai. Neste domingo Marin descartou neste domingo a possibilidade de deixar o comando do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 (COL). 30/04/2013 REUTERS/Jorge Adorno

RIO DE JANEIRO, 2 Jun (Reuters) - O presidente da CBF, José Maria Marin, descartou neste domingo a possibilidade de deixar o comando do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 (COL) para se concentrar apenas no comando da Confederação Brasileira de Futebol até o Mundial.

Especulações sobre a possível saída de Marin do COL surgiram em abril, após uma série de denúncias contra o dirigente. As acusações vão desde o suposto envolvimento de Marin com o regime militar durante o período da ditadura a vídeos divulgados na Internet em que ele é acusado de tráfico de influência em eleições internas da CBF.

Segundo fontes ouvidas pela Reuters à época, Marin seria alvo de pressão da Fifa e do governo federal para deixar o COL e evitar danos à imagem da competição.

Marin garantiu à Reuters, no entanto, que vai continuar à frente da organização.

“Não existe a menor possibilidade disso (deixar o COL) acontecer. Posso dizer a você que não há a menor procedência. Digo isso sinceramente, e não estou nem preocupado com isso”, disse ele em entrevista neste domingo, antes do amistoso Brasil x Inglaterra no Maracanã.

O jogo marca a reinauguração oficial do estádio após a reforma ao custo de mais de 1 bilhão de reais para a Copa do Mundo de 2014. No entanto, ainda há obras no entorno e faltam acabamentos em algumas partes internas.

Marin afirmou que o Maracanã será testado no jogo, assim como a própria seleção brasileira.

“Será um teste para todos, para a seleção brasileira, para o Maracanã... essa parte de estádio não compete à CBF e tenho confiança que para a Copa do Mundo estará em condições normais”, avaliou o dirigente.

Marin reafirmou ter confiança absoluta no técnico Luiz Felipe Scolari, que ainda não conquistou um grande resultado desde sua volta à seleção, no fim do ano passado. Segundo ele, Felipão está mantido no cargo até a Copa do Mundo independentemente do resultados da equipe até lá.

A prioridade do Brasil, segundo Marin, é a conquista da Copa das Confederações, que começa em junho. Mesmo que isso não aconteça, o treinador segue firme e não corre risco de perder o cargo, garantiu o dirigente.

“A prioridade é a Copa das Confederações e estamos no caminho certo. Se isso não acontecer, vamos manter a tranquilidade e o Felipão (fica). A relação é de confiança absoluta na comissão técnica”, disse.

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