18 de Janeiro de 2013 / às 14:47 / em 5 anos

Dilma diz que Brasil terá crescimento sustentável em 2013

18 Jan (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira que o Brasil terá crescimento “sério, sustentável e sistemático” em 2013, em meio a preocupações sobre a retomada da economia.

Presidente Dilma Rousseff fala durante café da manhã com repórteres estrangeiros no Palácio do Planalto, em Brasília, em dezembro de 2012. Dilma Rousseff disse que o Brasil terá crescimento "sério, sustentável e sistemático" em 2013, em meio a preocupações sobre a retomada da economia. 27/12/2012 REUTERS/Ueslei Marcelino

Dilma espera que a economia do país se recupere em 2013, após um 2012 ruim, ano em que a expansão deve ser de cerca de 1 por cento, apesar da série de incentivos anunciados pelo governo e a redução da Selic à mínima histórica de 7,25 por cento ao ano.

A crise internacional é um dos fatores apontados pelo governo para o mau desempenho, que defende que a recuperação já está em curso.

“2013 será um ano em que nós teremos aquele crescimento sério, sustentável e sistemático”, disse Dilma em cerimônia em São Julião, no Piauí, onde visitou obras de uma adutora.

“2013 vai ser o ano que nós vamos colher muitas coisas que nós plantamos. Vai ser o ano em que nós vamos plantar ainda mais do que iremos colher”, disse.

Mais tarde, em cerimônia de entrega de moradias em Teresina, a presidente reiterou que o país se preparou no ano passado para crescer neste ano e garantiu que a expansão econômica virá “apesar dos pessimistas”.

“Podem ter certeza, apesar de alguns pessimistas, que nós iremos crescer, nós iremos gerar mais empregos e nós iremos procurar todas as oportunidades que tivermos”, garantiu.

Entre as medidas tomadas pelo governo, estão a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para produtos da chamada linha branca e automóveis e a desoneração de folha de pagamento em diversos setores.

No fim do ano passado, Dilma disse esperar que as medidas tivessem seus efeitos plenos neste ano.

Além do desafio de fazer o país crescer, a presidente enfrentou ainda no início deste ano desconfiança em torno da garantia do abastecimento de energia, em meio aos menores níveis dos reservatórios das hidrelétricas do país em dez anos.

Horas antes de Dilma chegar ao Piauí, um defeito em um transformador da Chesf, do grupo Eletrobras, ocasionou a interrupção do fornecimento de energia em 33 municípios no Estado, inclusive toda a capital, Teresina.

Por Hugo Bachega, em Brasília

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