Reforma agrária não pode ser sinônimo de agricultura de subsistência, diz Dilma

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013 18:23 BRST
 

4 Fev (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira que assentamentos da reforma agrária não podem ser sinônimos de agricultura de subsistência e defendeu que todos os assentados do país tenham acesso aos programas sociais do governo federal.

Na cidade paranaense de Arapongas, Dilma visitou a unidade de beneficiamento do leite de uma cooperativa instalada num assentamento da região e citou o local como exemplo a ser seguido por outros assentados do país.

"Reforma agrária, assentamento, não é igual a agricultura de subsistência. Não é igual, ela pode ser muito mais", disse Dilma durante discurso.

"Nós queremos criar uma classe média no campo, uma classe média de pequenos produtores, uma classe média de cooperativados", acrescentou.

A presidente também pediu uma parceria com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) para buscar os brasileiros que vivem abaixo da linha da pobreza e que não constam nos cadastros do governo federal.

Dilma reiterou a meta de seu governo de acabar com a pobreza extrema do país e disse que todos os moradores de assentamentos da reforma agrária têm de ter acesso aos programas sociais do governo, como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida, por exemplo.