Família real não planejou a morte de Diana, diz ex-mordomo

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008 13:39 BRST
 

Por Paul Majendie

LONDRES (Reuters) - Paul Burrell, ex-mordomo da princesa Diana, afirmou na segunda-feira estar convencido de que a família real britânica não teve participação na morte dela, uma acusação feita contra a Casa de Windsor pelo pai do namorado de Diana.

Segundo Burrell, a princesa vinha cogitando a idéia de realizar "uma cerimônia reservada de casamento" para selar os laços com o cirurgião Hasnat Khan antes de os dois terminarem seu relacionamento. O ex-mordomo, porém, rebateu os boatos de que Diana estava noiva de Dodi al-Fayed.

A princesa e Dodi morreram em Paris, no ano de 1997, em um acidente de carro.

O pai de Dodi, Mohamed al-Fayed, acredita que a família real mandou matar o casal porque não queria ver a mãe do futuro rei da Inglaterra tendo um bebê com Dodi. Mohamed diz que o corpo de Diana foi embalsamado para encobrir o fato de que a princesa estava grávida.

Mas, em um longo testemunho dado em meio à investigação sobre as mortes, o mordomo, conhecido como o "porto seguro de Diana", rebateu as teorias conspiratórias.

Questionado sobre as acusações de que o sogro da princesa teria planejado o assassinato dela, Burrell afirmou à corte: "O príncipe Philip não é um homem mal. A princesa é a mãe dos netos dele. Por que ele desejaria fazer-lhe mal? Isso é impossível."

Durante a audiência, exibiu-se um bilhete de Diana no qual ela manifestava temores sobre o príncipe Charles, ex-marido dela e herdeiro do trono britânico, estar "planejando um acidente com meu carro".

Burrell disse: "Não acho que o príncipe Charles fosse capaz de assassinar a princesa".   Continuação...

 
<p>Paul Burrell, ex-mordomo da princesa Diana, afirmou na segunda-feira estar convencido de que a fam&iacute;lia real brit&acirc;nica n&atilde;o teve participa&ccedil;&atilde;o na morte dela, uma acusa&ccedil;&atilde;o feita contra a Casa de Windsor pelo pai do namorado de Diana. Photo by Luke Macgregor</p>