13 de Novembro de 2007 / às 19:52 / em 10 anos

Sebastian Bach volta com novo álbum "Back in the Saddle"

Por Christa Titus

NOVA YORK (Billboard) - Depois de lotar shows em todo o mundo nos anos 1980 como vocalista do Skid Row, Sebastian Bach criou uma carreira bem-sucedida na Broadway com produções como “Jeckyl & Hyde”, “The Rocky Horror Picture Show” e “Jesus Christ Superstar”.

Hoje em dia, quando não está fazendo turnê como artista solo, Sebastian geralmente pode ser visto em um reality show ou outro. O último deles foi “Celebrity Rap Superstar”.

A poucos dias da data de lançamento de seu novo álbum, “Angel Down” (20 de novembro), ele conversou com a Billboard sobre sonhos futuros para sua carreira e sobre gravar com Axl Rose.

P: Já se passaram oito anos desde seu último disco solo. Por quê?

R: Fiz quatro shows na Broadway desde aquele disco, e eu conto esses shows como parte do meu trabalho. Este álbum é também o retorno de Axl Rose. O mundo espera há mais de 15 anos para ouvir novas canções dele. O dia será 20 de novembro. Ele canta três canções no disco.

P: Como foi gravar com ele?

R: Nós nos divertimos muito.

P: Como você conseguiu que ele colaborasse com seu disco?

R: Cantei “Sorry” em “Chinese Democracy” e no verão passado viajei com ele em turnê na Austrália e Nova Zelândia. Mandei um torpedo para ele: “Ei, Axl, quando você vai cantar no meu disco?” Ele respondeu com uma palavra: “Quando?” Eu respondi: “Vamos entrar no estúdio na segunda”. E ele respondeu: “Qual é o endereço?” Foi simples assim. Ele disse: “Sabe, cara, poucas pessoas me pedem para fazer isto. Eu adoro fazer isto. É a coisa mais bacana que já me pediram para fazer.”

P: Como foi a sensação de fazer um cover de “Back in the Saddle?”

R: Consegui a bênção de Steve Tyler (vocalista do Aerosmith) pelo telefone. Axl ligou para ele ali mesmo no estúdio e me passou o celular. Então, conseguir a aprovação de Steven, e Axl é um superbom sinal para mim.

P: Como foi fazer rap em “Celebrity Rap Superstar?”

R: Eu me dei muito bem com meu mentor, Kurupt, e também fiz amizade com DMC. Gravei o coro do novo single de DMC, que é um cover de “Black Betty”, de Ram Jam.

E como foi fazer rap? Foi divertido estar ao vivo na TV todas as noites de quinta-feira por oito semanas a fio, com um microfone na mão. Mas, para ser 100 por cento franco com você, senti falta da melodia. Eu quero subir e descer com minha voz, não quero ficar apenas na mesma nota.

P: Você já fez TV, Broadway e rap. Que mais gostaria de tentar?

R: Vou escrever um livro. Já comecei a escrever. Eu também gostaria de trabalhar sobre todos os arquivos do meu pai (o falecido artista David Bierk), para apresentá-los num formato de livro de arte.

Também há um papel que eu gostaria de fazer na Broadway: o do Duende Verde em “Homem Aranha”.

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