26 de Abril de 2008 / às 19:50 / 9 anos atrás

Cantora Bette Midler retorna aos palcos e ao cinema

<p>A cantora Bette Midler se apresenta durante a final do 'American Idol', Calif&oacute;rnia, dia 23 de maio de 2007. N&atilde;o se fazem mais artistas como antigamente, e, aos 62 anos de idade, ningu&eacute;m sabe disso melhor que Bette Midler.(Newscom TagID: rtrphotosthree002863) [Photo via Newscom] Photo by Mario Anzuoni</p>

Por Christine Kearney

NOVA YORK (Reuters) - Não se fazem mais artistas como antigamente, e, aos 62 anos de idade, ninguém sabe disso melhor que Bette Midler.

Midler está vivendo o que descreve como um "miniboom" em sua carreira. Ela tomou o lugar de Celine Dion em um contrato de dois anos para cantar em Las Vegas e contracena com Helen Hunt em "Then She Found Me", seu primeiro filme em três anos, que foi lançado na sexta-feira nos EUA.

A artista polivalente disse à Reuters que atuar, cantar, fazer piadas e percorrer de salto alto um dos maiores palcos do mundo, em Las Vegas, são habilidades que datam de outros tempos.

"Poderíamos dizer que sou a diva do povo. Sou a última remanescente", disse ela em entrevista recente. "Acho que a gente precisa fazer tudo. Sou a última representante de uma 'raça' que acabou."

A cantora, atriz, humorista e antiga dançarina de cabaré lançou sua carreira em uma produção na Broadway de "O Violinista no Telhado" e chegou a se apresentar com Barry Manilow numa sauna para gays.

Ela lamentou o desaparecimento dos "artistas que prestam um serviço completo".

Em "Then She Found Me", Midler faz o papel de apresentadora de um talk show na televisão cuja filha, uma professora recatada, é representada por Helen Hunt.

Ela disse que Hunt, que também dirigiu o filme, a "perseguiu" para que atuasse, mas então lhe pediu que abrandasse suas célebres brincadeiras licenciosas.

Bette Midler recebeu duas indicações ao Oscar: por "A Rosa", de 1979, e "Para Eles, Com Muito Amor", de 1991.

Ela atuou em poucos filmes nos últimos dez anos, depois de estrelar vários no final dos anos 1980 e início da década de 1990, incluindo "Por Favor Matem Minha Mulher" e "Amigas Para Sempre".

"Existe um ciclo", disse Midler. "Você é muito procurada por uns dez anos, e depois disso faz o que precisa fazer. Tenho muita sorte, porque tenho meus shows, que adoro fazer, e minha música. Canto desde que era criança."

Mas ela revelou que, depois de "A Rosa", esperava conseguir mais papéis dramáticos.

"Eu realmente esperava que ia seguir esse caminho, mas não aconteceu para mim, você sabe", disse. "Eles realmente não sabiam o que fazer comingo -- e ai eu cheguei na comédia."

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