30 de Novembro de 2007 / às 16:40 / 10 anos atrás

Warner Music fecha contrato para revitalizar Frank Sinatra

Por Belinda Goldsmith

NOVA YORK (Reuters) - Quem precisa de Madonna, quando se pode ter Frank Sinatra?

Semanas depois de perder a popstar Madonna, o selo musical Warner Bros. adquiriu os direitos totais à obra de Frank Sinatra, com planos para revitalizar e ampliar a carreira do falecido mito do entretenimento.

A Warner Music Group Corp. e os herdeiros de Frank Sinatra anunciaram nesta semana ter formado uma parceria global para integrar numa única organização o conteúdo, a administração dos direitos e a preservação da obra de Sinatra.

A parceria vai operar sob o nome Frank Sinatra Enterprises e vai administrar toda sua obra musical, cinematográfica e teatral, além de gerenciar todos os licenciamentos do nome e da imagem do astro, que morreu em 1998 aos 82 anos.

A família de Sinatra, representada por seus três filhos -- Nancy, Tina e Frank Sinatra Jr. --, disse que é importante para ela que seu legado seja preservado e honrado.

“Fomos extremamente seletivos na escolha de um parceiro com o qual administrar a obra da vida de nosso pai”, disseram os três em comunicado.

“Foi um processo que levou vários anos. Nosso pai fundou a Reprise Records (hoje parte do Warner Music Group) há quase 50 anos. Trabalhamos com o Warner Music Group há muitos anos, e estamos emocionados por poder continuar a jornada com ele e a empresa nova.”

A nova parceria será dona das gravações feitas por Sinatra na época da Reprise, além de filmes, especiais de TV, imagens inéditas, fotos e gravações em áudio, e vai buscar criar novos produtos e empreendimentos relacionados a Frank Sinatra.

Sinatra não terá sido o primeiro músico cujos rendimentos descreveram um salto após sua morte.

Elvis Presley, que morreu há 30 anos, retornou em 2007 ao primeiro lugar da lista anual das celebridades mortas mais rentáveis compilada pela Forbes.com, tendo recebido estimados 49 milhões de dólares no ano que terminou em outubro.

A ascensão nos ganhos de Presley, que tinham sido de 42 milhões de dólares no ano anterior, aconteceu depois de a CKX Entertainment comprar parte de seu espólio de sua filha, Lisa Marie Presley, e lançar-se na missão de renovar o interesse público pelo falecido cantor e ator.

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