Reese Witherspoon aprende as lições em “The Good Lie”

quinta-feira, 18 de setembro de 2014 17:26 BRT
 

Por Lesley Wroughton

WASHINGTON (Reuters) - A atriz ganhadora do Oscar Reese Witherspoon escolheu um papel menor em seu último filme "The Good Lie", um drama sobre crianças sudanesas refugiadas que acabam nos Estados Unidos, mas não há nada de pequeno no que ela espera transmitir.

"Há uma mensagem bonita permeando: Nós somos todos iguais", disse Reese, que interpreta a conselheira de carreiras Carrie Davis no filme que estreou em Washington nesta quarta-feira.

"Todos nós lidamos com conflitos e com aguentar o que parece insuportável em nossas vidas, mas temos que fazer isso juntos", disse ela sobre a história de crianças que fogem da violência étnica implacável no Sudão. "Nós temos que estar lá juntos. Temos de estar lá uns para os outros."

O filme, da roteirista de "Boardwalk Empire", Margaret Nagle, e do diretor canadense Philippe Falardeau, estrelado pelos atores sudaneses Arnold Oceng, Emmanuel Jal, Ger Duany e Kuoth Wiel – cada um dos quais com sua história pessoal sobre o Sudão e sua guerra civil.

Com base em experiências reais de refugiados sudaneses no acampamento que se espalha por Kakuma, no Quênia, o filme começa com a jornada dos irmãos que sobrevivem a um ataque à sua aldeia e andam centenas de milhas até o acampamento das Nações Unidas, ganhando e perdendo companheiros ao longo do caminho.

Lá eles conseguem entrar em um voo humanitário para os Estados Unidos, onde os três homens são reassentados em uma nova terra estranha.

O personagem de Reese é tão perdido quanto os dos refugiados por diferentes motivos.

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A atriz Reese Witherspoon em entrevista coletiva para promover o filme "The Good  Lie" no Festival de Cinema de Toronto. 08/09/2014.REUTERS/Fred Thornhill