20 de Maio de 2015 / às 16:28 / em 2 anos

ENTREVISTA-George Clooney fala sobre "Tomorrowland" e gritar com crianças

Ator George Clooney na Cidade das Artes e das Ciências, em Valência, na Espanha, antes da estreia do filme "Tomorrowland". 19/05/2015 REUTERS/Heino Kalis

LOS ANGELES (Reuters) - Quando o ator George Clooney recebeu o roteiro para o papel de um homem irritado de 55 anos no filme da Disney “Tomorrowland- Um Lugar Onde Nada é Impossível”, seu primeiro pensamento foi: “Por que você escreveu isto para mim?”.

Clooney, de 54 anos, é conhecido por representar homens carismáticos e charmosos, mas em “Tomorrowland”, o ator disse à Reuters que se divertiu fazendo o papel do rabugento Frank Walker.

Pergunta: Como a utopia de “Tomorrowland” ressoa em um momento de tantos filmes distópicos?

Resposta: Tudo o que você vê é apocalíptico hoje em dia, e isto é uma coisa divertida de se fazer. Filmes geralmente refletem os sentimentos de um país ou do mundo.

Toda vez que você liga a televisão, é um pouco duro e difícil na sua alma, e isto foi uma versão de contar uma história onde eles dizem que não é inevitável. Existem versões melhores, mas você precisa estar envolvido e precisa participar. E eu gostei disso. Foi uma pequena mensagem em um grande filme de entretenimento.

P: Frank possui um relacionamento interessante com Athena (Raffey Cassidy). Quando menino, ele se apaixonou por ela, mas ele cresceu, e ela não. Qual foi o maior desafio em transmitir esta conexão entre um homem e uma jovem menina?

R: Sem revelar o que acontece no filme, existe uma linha muito tênue sobre a qual andamos entre sermos muito estranhos, e então isto sempre foi algo que discutimos constantemente, não só filmando, mas até mesmo no processo de montagem.

Foi a parte mais delicada, eu acho, para todos nós nesta parte de contar a história, fazer disto uma história inventiva sem deixá-la muito estranha.

P: Qual foi sua coisa favorita em representar o rabugento Frank?

R: Foi muito divertido gritar com as crianças, foi uma boa diversão... Quando fiz “ER”, tive o papel de um pediatra e de vez em quando pude gritar com uma criança, e isto foi divertido. Isto faz você rir, porque você conversa com as crianças pouco antes de gravar, então é como “Vamos gravar”, e eu vou gritar “Ei, cala a boca”. No momento que dizem “corta”, todo mundo começa a rir.

P: Gritar com crianças, quem não ama isso?

R: (Risos) Você não pode fazer isso na vida real, porque é errado. Mas nos filmes, é divertido!

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