Em "entrevista", Homer Simpson diz que gostaria de vir ao Brasil "sem que tentassem me matar"

sexta-feira, 26 de setembro de 2014 13:56 BRT
 

LOS ANGELES (Reuters) - Na pele do atrapalhado patriarca do desenho animado “Os Simpsons", do canal de televisão Fox, Homer Simpson já ganhou um Grammy, viajou ao espaço, foi mascote de beisebol, jogou uma partida de boliche perfeita e quase destruiu e salvou sua Springfield natal em mais de uma ocasião.

Depois de 25 anos e 552 episódios, Homer e sua família estão engrenando a marcha para a 26ª temporada, que começa no domingo com a morte de um morador de Springfield, e será seguida pela estreia da nova temporada da animação "Family Guy", de Seth MacFarlane, na qual os Griffins visitam os Simpsons em Springfield.

Criado por Matt Groening, "Os Simpsons" estreou na Fox em 1989 e é o desenho mais longevo da TV dos Estados Unidos. É também o programa mais assistido no país e transmitido em mais de 100 países, somando uma audiência de 150 milhões de telespectadores por semana.

As aventuras do amante de donuts Homer, da dona de casa Marge, do rebelde Bart, da prodígio Lisa e do bebê Maggie na cidade fictícia de Springfield espelham as mudanças constantes da sociedade norte-americana e foram incorporados à cultura pop da nação.

A 26ª temporada mostrará Marge se arriscando no negócio dos sanduíches, o senhor Burns arrumando uma namorada e perdendo seu dinheiro para Elon Musk, fundador da empresa aeroespacial SpaceX, e Bart se vingando de um novo professor.

Entre os dubladores convidados estão Musk, Jane Fonda, Nick Offerman e Willem Dafoe.

Na véspera da estreia, Homer falou bonito à Reuters (por meio dos roteiristas de "Os Simpsons") sobre objetivos familiares, novas amizades e energia nuclear. E diz que gostaria de visitar o Brasil "sem que todo mundo tentasse me matar".

Pergunta: Depois de 552 aventuras, o que vem por aí para você e sua família?   Continuação...

 
Groening, criador de "Os Simpsons", ao lado dos personagens Homer e Bart Simpson em Hollywood. 14/02/2012  REUTERS/Mario Anzuoni