17 de Agosto de 2016 / às 22:52 / um ano atrás

Arthur Hiller, diretor de ‘Love Story”, morre aos 92 anos

Arthur Hiller segura seu prêmio humanitário Jean Hersholt ao lado de Ryan O'Neal e Ali McGraw durante a premiação do 74 º Oscar, em Hollywood, na Califórnia 24/03/2002Mike Blake/File Photo

(Reuters) - O versátil e produtivo cineasta canadense Arthur Hiller, cujo o sentimental “Love Story: Uma História de Amor”, estrelado por Ali MacGraw e Ryan O’Neal, foi o maior sucesso de 1970 e permanece como um dos mais populares filmes românticos já feitos, morreu nesta quarta-feira aos 92 anos, disse a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

Hiller, que também realizou colaborações exitosas com os roteiristas Neil Simon e Paddy Chayefsky, morreu de causas naturais em Los Angeles, declarou a Academia em comunicado.

O diretor foi o presidente da Academia, que organiza a cerimônia anual do Oscar, de 1993 a 97 e foi durante muito tempo integrante da seção de diretores da organização.

A atual presidente da academia, Cheryl Boone Isaacs, disse que a entidade estava “profundamente entristecida” com a morte de Hiller.

"Eu era integrante do conselho durante a sua presidência e tive a sorte de testemunhar em primeira mão a dedicação dele à Academia e a paixão da sua vida por narrativas visuais”, afirmou ela.

Hiller dirigiu mais de 30 filmes de 1957 até 2006, de vários gêneros, como comédias, dramas, histórias de guerra, sátiras e musicais. Ele conduziu cinco diferentes atores, O'Neal, MacGraw, George C. Scott, Maximilian Schell e John Marley, em interpretações indicadas ao Oscar.

"Love Story", o maior sucesso dele, foi indicado a sete Oscars, incluindo o de melhor filme e o de melhor diretor. O filme ganhou só um, o de melhor música original, enquanto “Patton: Rebelde ou Herói?”, estrelado por Scott, levou os principais prêmios.

"Love Story" conta a história de um romance frustrado entre o privilegiado Oliver (O’Neal) e Jennifer (MacGraw), de classe mais baixa. Ele traz uma das mais famosas falas do cinema dos anos 1970: “Amar é jamais ter que pedir perdão.”

Reportagem de Piya Sinha-Roy

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