ESTRÉIA-Zumbis dominam o mundo em "Resident Evil 3: Extinção"

quinta-feira, 4 de outubro de 2007 13:56 BRT
 

SÃO PAULO (Reuters) - A famosa série de videogame Resident Evil, que ganhou as telas em 2002, chega à sua terceira parte em "Resident Evil 3: Extinção", que estréia no país na sexta-feira. O roteiro é novamente assinado por Paul W.S. Anderson, que dirigiu o primeiro filme da série e roteirizou todos, e a direção é do australiano Russell Mulcahy ("Campeão").

No primeiro filme, foi apresentada a personagem Alice (Milla Jovovich, de "Ultravioleta"), que no segundo longa foi usada como cobaia para testes biológicos pela corporação Umbrella, tornando-se mais poderosa.

Essa força ajudou-a a sobreviver na fuga por uma cidade repleta de zumbis. Agora, o mundo todo está contaminado e tomado pelas criaturas.

Um grupo de pessoas, porém, ainda não foi infectado. Entre eles, estão alguns personagens dos outros filmes, como Carlos Olivera (Oded Fehr, de "Sonhadora") e L.J. (Mike Epps, de "Resistindo às Tentações"), além de outros novos como Claire (Ali Larter, de "Premonição 2"), K-Mart (Spencer Locke, de "Espanglês") e a enfermeira Betty (a cantora Ashanti).

Juntas, essas pessoas saem num comboio em busca de outros sobreviventes não contaminados. Porém, o que encontram é um mundo devastado e tomado por zumbis. Para defender-se, o grupo conta com armas e um lança-chamas.

Já o doutor Isaacs (Iain Glen, de "Lara Croft: Tomb Raider") está protegido dentro do complexo da empresa Umbrella, de onde, com a ajuda de um satélite, pode observar todos os movimentos do comboio e também rastrear a única pessoa com a chave para a cura do mal, Alice.

Os sobreviventes acreditam que o local seguro é o Alasca, para onde rumam. Porém, são obrigados a fazer uma parada em Las Vegas e isso pode colocar tudo a perder. O acaso também irá colocar Alice no mesmo caminho do comboio. Ela poderá ajudá-los com seus novos poderes, mas também correrá o risco de ser capturada por Isaacs.

O desenho de produção do filme é assinado pelo ganhador do Oscar Eugenio Caballero (de "O Labirinto do Fauno"). Ele cria um impressionante mundo pós-apocalíptico no qual Las Vegas tornou-se um deserto.

De acordo com os produtores, este é o último filme da série. Custou cerca de 100 milhões de dólares, ou seja, bem mais que os 43 milhões de dólares de "Resident Evil: Apocalipse" (2004), e os 32 milhões de dólares de "Resident Evil -- O Hóspede Maldito" (2002).

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)