ESTRÉIA-"10.000 A. C." cria aventura no fim da era glacial

quinta-feira, 6 de março de 2008 17:08 BRT
 

SÃO PAULO (Reuters) - A presença da jovem atriz norte-americana Camilla Belle, filha de uma brasileira, é uma das atrações da ficção histórica "10.000 A. C.", estréia nacional da sexta-feira. A direção e o roteiro são do cineasta Roland Emmerich (de "Independence Day" e "O Dia Depois de Amanhã").

Camilla, que já atuou em "O Mundo de Jack e Rose" (2005) e "Quando um Estranho Chama" (2006), interpreta neste novo filme a heroína Evolet, moça de olhos azuis cujo destino está ligado ao futuro de uma tribo que a adotou, depois de um massacre que dizimou seu próprio povo.

A atriz, 21 anos, fala português fluentemente e está escalada para o próximo filme de Heitor Dhalia, "À Deriva", cujas filmagens devem começar em abril.

"10.000 A. C." se passa no final da era glacial, quando os habitantes de uma tribo de caçadores de mamutes começam a perceber que as mudanças climáticas irão levá-los a um novo estilo de vida.

Nesse contexto, nasce a primeira de uma série de profecias: durante a última caçada, será revelado o grande líder que guiará o grupo a um novo futuro.

O escolhido será o jovem D'Leh (Steven Strait, de "O Pacto"). Armado apenas com uma lança feita com ossos, ele consegue matar o grande mamute e, assim, ser o importante líder e desposar Evolet.

Um grupo de cavaleiros, chamados "demônios de quatro patas", sequestra boa parte da tribo de D'Leh, incluindo sua noiva, Evolet. O rapaz, que escapou por pouco, dá início a sua jornada para resgatar seu povo e seu amor.

Depois de atravessar as montanhas geladas, D'Leh conhece outras tribos que não imaginava existir. Eles também foram vítimas dos cavaleiros e se unem à luta do jovem.

No entanto, o herói precisa mostrar valor para liderar seu pequeno novo exército. D'Leh ajuda um tigre dente-de-sabre a escapar de uma armadilha. Agradecido, o animal passa a socorrê-lo em momentos-chave da trama.   Continuação...