"High School Musical 3" chega aos cinemas para repetir sucesso

sexta-feira, 17 de outubro de 2008 11:37 BRT
 

Por Gina Keating

LOS ANGELES (Reuters) - O muito antecipado "High School Musical 3 - Ano da Formatura", da Walt Disney, chega aos cinemas de todo o mundo na próxima semana, com vendas enormes de ingressos antecipados e planos de levar adiante a franquia de mais de 1 bilhão de dólares com um quarto filme.

A Disney planeja para a partir de 22 de outubro um lançamento suntuoso para o filme familiar, o primeiro a ser lançado na tela grande. Os dois primeiros filmes da série foram feitos para a TV e saíram primeiramente no canal pago Disney Channel, com muito menos pompa.

Mark Zoradi, presidente do grupo Walt Disney, disse que "High School Musical 3" vai estrear em 3.800 cinemas dos EUA e Canadá e o dobro disso no resto do mundo.

Estrelado por Vanessa Hudgens e seu namorado tanto na tela quanto na vida real Zac Efron, o filme vendeu quase dois terços de todos os ingressos antecipados vendidos nos EUA até quinta-feira, passando à frente de filmes que estréiam neste fim de semana, segundo a Fandango.com e a MovieTickets.com.

O "High School Musical" original, feito para a TV, atraiu 255 milhões de espectadores em todo o mundo, levando a Disney a apressar-se para montar um programa de merchandising em cima dele e iniciar a produção de uma sequência.

O fenômeno cresceu com um segundo filme feito para a TV e que quebrou recordes, em 2007, acompanhado por espetáculos de teatro e no gelo, shows, vendas recordes de CDs e DVDs, videogames e atrações em parques temáticos, além de 500 milhões de dólares em vendas de produtos ligados a "High School Musical."

"Nunca houve outro filme feito para a TV que rendeu negócios tão grandes", disse Rich Ross, presidente da Disney Channels mundial.

Em "High School Musical 3", os personagens principais se formam e se despedem do colégio fictício East High School.   Continuação...

 
<p>Casal Vanessa Hudgens e Zac Efron, estrelas de "High School Musical 3" posam para fot&oacute;grafos na pr&eacute;-estr&eacute;ia em Londres. REUTERS/Mario Anzuoni</p>