Ex de Pitt, Aniston diz que Angelina Jolie não foi "nada legal"

quarta-feira, 12 de novembro de 2008 11:55 BRST
 

LOS ANGELES (Reuters) - Faz três anos desde que os astros de Hollywodd Brad Pitt e Jennifer Aniston se divorciaram e, neste período, Aniston praticamente não disse uma palavra sobre a mulher que "roubou" o coração seu ex-marido, Angelina Jolie.

Mas, em uma entrevista à edição de dezembro da revista Vogue, Aniston finalmente falou sobre a separação e a nova mulher de Pitt. Ela afirmou que a maneira como Jolie revelou detalhes sobre seu relacionamento com o ator de "Onze Homens e Um Segredo" não foi "nada legal".

Aniston, de 39 anos, disse à Vogue que a ganhadora do Oscar Jolie não deveria ter dado detalhes sobre como seu relacionamento com Pitt se desenrolou no set de filmagem de "Sr. e Sra. Smith", de 2005 -- quando Pitt e Aniston ainda estavam juntos. Tais detalhes foram contados por Jolie em uma entrevista também à Vogue, em 2007.

"Algumas coisas impressas ali são de uma época em que eu não sabia realmente o que estava acontecendo", afirmou Aniston. "Dizer que não via a hora de chegar ao trabalho todos os dias? Isso não foi nada legal", acrescentou a atriz.

Aniston e Pitt finalizaram o divórcio em agosto de 2005, depois de anunciar a separação em janeiro do mesmo ano.

Na entrevista à Vogue, Aniston disse que ainda conversa com Brad Pitt e, ocasionalmente, trocam "olás e desejos de boa sorte muito cordiais".

"Não tenho nada além de admiração por ele e... tenho orgulho dele!", disse Aniston, acrescentando que o divórcio "não foi tão ruim assim".

"Acho que, no fim, tivemos uma separação bastante amigável. Não foi má nem cheia de ódio nem todas essas coisas que eles tentaram criar. Isso simplesmente não aconteceu. O casamento não deu certo".

Pitt e Jolie formam hoje em um dia um dos casais mais influentes de Hollywood, com destaque em diversas causas sociais. Eles têm três filhos biológicos e três adotados.

(Reportagem Alex Dobuzinskis)

 
<p>Foto de arquivo da atriz Jennifer Aniston em Toronto, no Canad&aacute;. REUTERS/ Mike Cassese</p>