Fãs de "CSI" vão largar programa após saída de Grissom--pesquisa

sexta-feira, 14 de novembro de 2008 12:05 BRST
 

LOS ANGELES (Reuters) - O drama criminal "CSI: Crime Scene Investigation" é um dos programas de TV mais assistidos nos Estados Unidos, porém mais de um terço dos telespectadores disse que não vão mais assistir à série depois da saída do protagonista William Petersen, de acordo com uma pesquisa online divulgada nesta sexta-feira.

De acordo com a mesma pesquisa, as novas versões de "Barrados no Baile" e "Knight Rider" foram consideradas as estréias mais decepcionantes da TV norte-americana.

A sondagem, feita pelo canal de televisão da AOL (television.aol.com), revelou que a nova temporada de "24 horas" é a que mais gera expectativa para o ano que vem, com 28 por cento dos votos. Logo atrás, vem a nova rodada de "American Idol", que estréia em janeiro -- o programa é o mais assistido da TV norte-americana nos últimos quatro anos.

"CSI" está no ar há oito anos nos EUA e é, atualmente, o drama mais bem avaliado da TV norte-americana, com uma média de 21 milhões de telespectadores semanais.

Mas 37 por cento dos telespectadores que responderam à pesquisa disseram que não assistirão ao programa depois que Petersen, que interpreta o supervisor Gil Grissom, deixar a série no meio da temporada. Já 41 por cento dos fãs do programa disseram que só vão decidir depois de conferir a performance do substituto, Laurence Fishburne.

A audiência dos programas dramáticos caiu nos últimos meses, parcialmente devido ao interesse pelas eleições norte-americanas e à greve de roteiristas de Hollywood, que durou 14 semanas. A greve foi responsável pela interrupção de programas populares e reduziu a quantidade de estréias.

Cerca de 49 por cento dos telespectadores que responderam à pesquisa da AOL disseram ter descoberto novos programas na TV a cabo graças à greve, enquanto 23 por cento disseram que preferem praticar ioga, alugar DVDs ou brincar com jogos de computador ou videogame, como o Guitar Hero.

No entanto, 28 por cento disseram que sequer ficaram sabendo da greve de roteiristas.

Mais de 600 mil votos foram computados pela pesquisa, que foi de 29 de outubro a 13 de novembro.

(Por Jill Serjeant)