Coldplay nega plágio de música de Joe Satriani

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008 10:56 BRST
 

LOS ANGELES (Reuters) - A banda de rock britânica Coldplay negou na terça-feira a acusação feita pelo guitarrista Joe Satriani de que ela teria plagiado um de seus instrumentais, dizendo que quaisquer semelhanças são "inteiramente coincidentes".

Satriani moveu em Los Angeles, na quinta-feira, uma ação por infração de direitos contra o Coldplay, dizendo que seu single "Viva La Vida" incorpora "partes originais substanciais" de sua canção de 2004 "If I Could Fly".

O guitarrista de 52 anos quer levar o caso a julgamento popular, pede indenização por danos e "quaisquer e todos os lucros" atribuíveis à alegada infração de direitos autorais.

Mas o Coldplay, cujas melodias já foram comparadas desfavoravelmente às da banda irlandesa U2, rejeitou a acusação completamente.

"Se existem semelhanças entre nossas duas músicas, são inteiramente coincidentes e nos surpreendem tanto quanto surpreenderam a ele", disse a banda em seu site na Web.

"Joe Satriani é um grande músico, mas ele não escreveu nem exerceu qualquer influência sobre a canção 'Viva La Vida' . Pedimos respeitosamente que ele aceite nossas declarações nesse sentido e lhe desejamos boa sorte em seus trabalhos futuros."

Satriani processou o Coldplay um dia depois de a banda ter recebido sete indicações para o Grammy, perdendo apenas para o rapper Lil Wayne.

As indicações incluíram as importantes categorias disco e canção do ano, por "Viva La Vida", do álbum líder nas paradas "Viva La Vida or Death and All His Friends".

Os créditos da canção são atribuídos aos quatro membros da banda: o vocalista Chris Martin, o baixista Guy Berryman, o guitarrista Johnny Buckland e o baterista Will Champion. A inspiração do título veio de uma tela da artista mexicana Frida Kahlo.   Continuação...

 
<p>A banda de rock brit&acirc;nica Coldplay negou na ter&ccedil;a-feira a acusa&ccedil;&atilde;o feita pelo guitarrista Joe Satriani de que ela teria plagiado um de seus instrumentais, dizendo que quaisquer semelhan&ccedil;as s&atilde;o "inteiramente coincidentes". REUTERS/Enrique Marcarian</p>