11 de Fevereiro de 2009 / às 17:06 / 9 anos atrás

Demi Moore atua em drama familiar de pequeno orçamento

<p>Atriz Demi Moore posa para fot&oacute;grafos em Berlim, divulgando sua participa&ccedil;&atilde;o no filme "Happy Tears".Fabrizio Bensch (GERMANY)</p>

Por Mike Collett-White

BERLIM (Reuters) - A atriz Demi Moore deixa as grandes produções de Hollywood de lado na comédia "Happy Tears", em que faz uma mulher que luta para sustentar sua família e ao mesmo tempo cuidar de seu pai senil.

Parker Posey representa sua irmã ingênua e mimada, que reluta em abandonar sua vida confortável em San Francisco para dividir o peso de cuidar do pai das duas, que está começando a sofrer de demência.

As irmãs entram em choque. Jayne (Posey) se agarra a sua visão otimista do pai, enquanto Laura (Moore) lhe revela a verdade em relação ao tipo de pai e marido que Joe foi de fato.

Rip Torn faz o pai ranzinza e cada vez mais inconstante, que, apesar de ter mais de 70 anos, tem uma namorada bem mais jovem (Ellen Barkin).

Ele é divertido, incontinente, teimoso e fala muitos palavrões, e Torn descreve como foi dirigido no papel de Joe: "Tentei representar a mim mesmo um pouco".

Dirigido por Michael Lichtenstein, "Happy Tears" fez sua estreia mundial no Festival de Cinema de Berlim na quarta-feira, dentro da competição principal. O festival vai terminar no sábado.

Conhecida por seus papéis principais em filmes de destaque dos anos 1990 como "Assédio Sexual", "Proposta Indecente" e "Até o Limite da Honra", Demi Moore disse que, em vista do clima econômico atual, filmes de produção independente não são mais arriscados que produções de Hollywood.

"Cada projeto no qual você mergulha tem algum elemento de risco", disse a atriz de 46 anos.

Indagada se a família ou a carreira vêm em primeiro lugar para ela, respondeu:

"Acho que é sempre a família em primeiro lugar, porque é ela que você terá no final da vida, enquanto o trabalho é apenas o que você faz, que é uma dádiva."

O diretor Michael Lichtenstein é filho do famoso artista pop Roy Lichtenstein, que morreu em 1997. Ele disse que queria ver Demi Moore de volta às telas num papel discreto.

"Gostei da idéia de vê-la representando uma pessoa normal. Não é um papel glamouroso. Eu queria ver Demi fazendo isso outra vez."

No filme, o marido de Jayne, Jackson, é o altamente estressado filho de um artista famoso que tenta administrar o legado de seu pai após a morte dele.

Lichtenstein disse que há alguns paralelos entre ele mesmo e Jackson, na medida em que ambos carregam o peso de ter tido um pai famoso e bem sucedido.

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