Jennifer Hudson domina prêmios de entidade pró-minorias nos EUA

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 14:25 BRST
 

LOS ANGELES (Reuters) - A atriz e cantora Jennifer Hudson dominou a festa de entrega dos prêmios NAACP Image na quinta-feira, ganhando com isso um incentivo extra para 2009, quatro meses depois de perder sua mãe, seu irmão e seu sobrinho, assassinados por um cunhado.

Jennifer Hudson, que contracenou com Beyoncé no filme "Dreamgirls -- Em Busca de Um Sonho" (2006) e participou do programa "American Idol", recebeu três dos prêmios Image distribuídos pela NAACP (Associação Nacional para o Avanço das Pessoas de Cor), a mais antiga organização americana de defesa dos direitos civis, que comemorou seu centenário na quinta-feira.

Hudson ficou com os prêmios de artista revelação, colaboração de destaque e melhor álbum, e foi ovacionada em pé.

"Não me façam chorar de novo", disse ela, emocionada, ao receber o prêmio.

"A Vida Secreta das Abelhas", em que ela atua, recebeu o troféu de melhor filme. O seriado hospitalar "Grey's Anatomy" foi considerado o melhor drama de TV, e "Tyler Perry's House of Payne", o melhor seriado cômico.

Mas dois indicados a prêmios na cerimônia, o cantor de R&B Chris Brown e sua namorada Rihanna, não compareceram ao evento repleto de celebridades. Brown foi preso esta semana, acusado de fazer ameaças criminais a uma mulher não identificada, mas que, especula-se, seria Rihanna.

Nem ele nem Rihanna foram vistos em público desde o domingo, quando Brown, 19 anos, um dos cantores em ascensão mais meteórica dos últimos dois anos, foi preso logo antes da entrega do Grammy.

Jamie Foxx derrotou Brown, recebendo o troféu de melhor artista masculino, anunciado antes do início da cerimônia transmitida ao vivo pela televisão.

Rihanna, 20 anos, era candidata a melhor artista feminina do ano, depois de uma série de sucessos que incluía "Umbrella" e "Disturbia". Mas o prêmio acabou ficando com Beyoncé.   Continuação...

 
<p>Jennifer Hudson exibe pr&ecirc;mio da NAACP Image (Associa&ccedil;&atilde;o Nacional para o Avan&ccedil;o das Pessoas de Cor), a mais antiga organiza&ccedil;&atilde;o americana de defesa dos direitos civis, que comemorou seu centen&aacute;rio na quinta-feira. REUTERS/Mario Anzuoni</p>