Steve Martin faz pouco caso de crítica a "Pantera Cor-de-Rosa 2"

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 16:47 BRST
 

Por Dave Graham

BERLIM (Reuters) - O ator norte-americano Steve Martin fez pouco caso das críticas negativas ao filme mais recente da franquia "Pantera Cor-de-Rosa", dizendo que as comédias sempre precisam superar a atitude esnobe da crítica e que o gênero "não condiz com a crítica".

"Venho recebendo resenhas negativas a vida inteira", disse Martin na sexta-feira, quando apresentou "A Pantera Cor-de-Rosa 2" no Festival de Cinema de Berlim. Foi sua segunda aventura no papel de detetive francês desastrado Inspetor Jacques Clouseau, papel celebrizado por Peter Sellers.

"Tive resenhas negativas quando comecei a fazer comédia. 'O Panaca', um dos meus filmes mais duradouros, foi rejeitado universalmente pela crítica americana. As comédias sempre precisam superar a atitude esnobe da crítica", disse Martin, de 63 anos.

A sequência de Pantera Cor-de-Rosa rendeu 12 milhões de dólares em seu fim de semana de estreia nos cinemas dos EUA -- 40 por cento menos que o primeiro filme de Martin como Clouseau, de 2006 -- e recebeu diversas resenhas hostis.

As piadas do filme provocaram risos na sessão em que foi mostrado em Berlim, mas as pessoas riram mais ainda do próprio Steve Martin na coletiva de imprensa que se seguiu à sessão.

"Não apenas Johnny Halliday foi um ótimo personagem sinistro, como representou um dos melhores cadáveres que já vi", disse Martin, falando do cantor francês que co-estrelou o filme.

Mais tarde, alguém perguntou a Martin como ele achava que o papa reagiria à cena em que Clouseau se faz passar pelo pontífice.

"Na verdade, foi ele quem me pediu que o fizesse", brincou Martin.   Continuação...

 
<p>O ator norte-americano Steve Martin fez pouco caso das cr&iacute;ticas negativas ao filme mais recente da franquia "Pantera Cor-de-Rosa", dizendo que as com&eacute;dias sempre precisam superar a atitude esnobe da cr&iacute;tica e que o g&ecirc;nero "n&atilde;o condiz com a cr&iacute;tica". REUTERS/Johannes Eisele</p>