Nicolas Cage mergulha fundo na ficção científica

quarta-feira, 18 de março de 2009 19:13 BRT
 

Por Christine Kearney

NOVA YORK (Reuters) - O ator Nicolas Cage já combateu terroristas, traficantes, prisioneiros e até ele próprio em uma carreira diversificada, mas em "Presságio" ele pode ter encontrado seu adversário mais difícil até agora - a mãe natureza.

O filme estreia nos cinemas dos Estados Unidos na sexta-feira, e mais uma vez mostra o ator ganhador do Oscar salvando a humanidade, desta vez em um papel que aborda os limites entre ficção científica e fantasia.

Para o ator, este filme marca mais um distanciamento dos filmes de ação direta como "A Lenda do Tesouro Perdido", que se tornaram seus maiores trunfos nas bilheterias.

Cage, 45, ganhou fama representando tipos românticos e excêntricos em filmes de baixo orçamento, como "Despedida em Las Vegas" (1995), que lhe rendeu o Oscar de melhor ator.

Mais tarde ele se reinventou como um herói de filmes de ação em "A Outra Face", "Con Air - A Rota da Fuga" e outros trabalhos. "Nesta época, Hollywood me via como um tipo excêntrico, e não necessariamente um 'excêntrico viril'", disse Cage em entrevista, falando sobre sua imagem camaleônica.

Agora ele está mais uma vez lançando pontes sobre gêneros distintos, com filmes que abordam a fantasia e a ficção científica, mas continua a explorar sua imagem de herói de ação com um traço de excentricidade, sua marca registrada.

Seus próximos papéis incluem o de herói de quadrinhos em "Kick-Ass", um feiticeiro em "The Sorcerers Apprentice" e um cavaleiro do século 14 em "Season of the Witch". Em "Presságios" ele faz o papel de John Koestler, um pai solteiro e professor de astrofísica que decodifica uma mensagem que profetiza desastres. Cabe a Kostler avisar o resto do planeta.

A mensagem é passada a Koestler por seu filho, que viaja com ele. Koestler também entra em conflito com seu próprio pai, um pastor cristão, enquanto o filme explora temas como paternidade, espiritualidade e destino.   Continuação...

 
<p>O ator Nicolas Cage j&aacute; combateu terroristas, traficantes, prisioneiros e at&eacute; ele pr&oacute;prio em uma carreira diversificada, mas em "Press&aacute;gio" ele pode ter encontrado seu advers&aacute;rio mais dif&iacute;cil at&eacute; agora - a m&atilde;e natureza. REUTERS/Herwig Prammer (AUSTRIA)</p>