Hugh Jackman condena vazamento de "Wolverine" na web

quarta-feira, 8 de abril de 2009 11:25 BRT
 

SYDNEY (Reuters) - Em meio a uma explosão de publicidade, o ator australiano Hugh Jackman chegou de helicóptero e teleférico a um evento para divulgar o filme mais recente da série "X-Men", dizendo estar "de coração partido" porque o filme vazou na Internet.

No início de uma turnê mundial de divulgação de "X-Men Origins: Wolverine", Jackman exibiu 20 minutos do filme de ação a fãs e mídia na Ilha Cockatoo, no meio da baía de Sydney, onde foi rodada uma parte do filme.

"Saltei do helicóptero, cheguei ao trabalho de teleférico e pedi desculpas à mídia australiana pela bola fora com a Opera House", escreveu Jackman no serviço de relacionamento social Twitter.

O ator nascido em Sydney se referia a uma mensagem, ou tweet, enviada na segunda-feira em sua nova conta Twitter na qual ele equivocadamente chamou a Sydney Opera House de Opera Center.

Sua conta no Twitter é apenas uma das ferramentas de relacionamento social que vem sendo usada para promover o filme de super-heróis de quadrinhos. Jackman também pode ser visto no YouTube, num clipe em que incentiva seus fãs a votar em sua cidade para sediar a première do filme, que acontece ainda este mês.

Jackman, que não apenas protagoniza o filme como o produziu através de sua companhia Seed Productions, disse que ficou chateado por todos os envolvidos com o filme pelo fato de uma versão inacabada ter sido postada online na semana passada, quase um mês antes do lançamento oficial.

O vazamento levou a produtora 20th Century Fox, uma unidade da News Corp., a apressar-se para tentar evitar danos ao filme, um dos mais ansiosamente aguardados do ano.

O colunista Roger Friedman, de uma unidade da Fox, foi despedido depois de publicar uma resenha do filme pirateado.

"É um crime grave e sem dúvida uma grande decepção. Fiquei arrasado", disse Jackman em coletiva de imprensa amplamente divulgada pela mídia australiana.   Continuação...

 
<p>Ator australiano Hugh Jackman chegando na ilha Cockatoo em Sydney. 08/04/2009. REUTERS/Daniel Munoz</p>