Michael Jackson pode ganhar US$50 milhões com shows em Londres

quarta-feira, 13 de maio de 2009 11:16 BRT
 

Por Ray Waddell

NASHVILLE (Billboard) - Michael Jackson pode levar para casa mais de 50 milhões de dólares com sua ansiosamente aguardada série de 50 concertos na 02 Arena de Londres, suas primeiras apresentações em 12 anos, revelam cálculos da Billboard.

A série de concertos vai começar em 8 de julho, e o chamado "Rei do Pop" vem ensaiando em Burbank, Califórnia, há quatro semanas.

O preço médio dos ingressos é 115 dólares, e o espaço acomoda cerca de 15 mil pessoas por show, o que resultará numa renda bruta de mais ou menos 90 milhões de dólares para a série de shows. As vendas de pacotes premium e VIP e vendas secundárias vão elevar o total bruto para mais de 100 milhões de dólares. As vendas de produtos relacionados aos concertos podem render outros 15 milhões.

Pelo contrato fechado, Michael Jackson ganhará uma participação na receita líquida com ingressos. Pelos cálculos da Billboard, embora a produtora e promotora AEG Live não tenha confirmado a informação, isso significa que o cantor ganhará mais de 50 milhões de dólares apenas com a venda de ingressos.

A empresa está pagando a conta de 20 milhões de dólares da produção.

O executivo-chefe da AEG Live, Randy Phillips, disse à Billboard: "Originalmente quisemos limitar cada show para 90 minutos, mas Michael tem tantas canções obrigatórias em seu repertório que agora cada concerto já terá mais de duas horas."

O executivo não quis revelar detalhes sobre a produção, mas disse que o público pode esperar uma experiência multimídia que será "a mais avançada jamais empregada em uma turnê. Estamos usando tecnologia nunca antes utilizada em entretenimento ao vivo".

Phillips diz que a AEG Live tem boa cobertura de seguro para o evento e que Michael Jackson, 50 anos, passou por uma avaliação física "com nota 10".   Continuação...

 
<p>Foto de arquivo do cantor pop star norte-americano Michael Jackson em uma coletiva de imprensa em Londres. 05/03/2009. REUTERS/Stefan Wermuth</p>