Médico não é suspeito na morte de Michael Jackson

segunda-feira, 29 de junho de 2009 08:54 BRT
 

LOS ANGELES (Reuters) - Um segundo depoimento tomado pela polícia do médico particular de Michael Jackson não sugeriu que ele teria cometido algum crime, informou o jornal Los Angeles Times neste domingo.

O jornal citou uma fonte próxima as investigações da polícia e disse que o segundo depoimento do doutor Conrad Murray não revelou "nenhum sinal vermelho" indicando algum delito que possa ter causado a morte do "Rei do Pop".

"Os investigadores disseram que não há possibilidade de o médico ser suspeito e ele continua sendo uma testemunha desta tragédia", disse um porta-voz dos advogados que representam Murray em comunicado divulgado no sábado.

Murray, que acompanhou Jackson na ambulância desde a casa do cantor até o hospital após o pop star ter sofrido um ataque cardíaco, ajudou a polícia a "indentificar as circunstâncias da morte... e esclareceu algumas inconsistências", informou o comunicado da companhia de advogados Stradely, Chernoff & Alford.

O segundo encontro entre a polícia e Murray, que possui um consultório em Houston e outro em Las Vegas, durou três horas.

Também no sábado, o conselheiro da Casa Branca, David Axelrod, disse a NBC que o presidente Barack Obama estaria escrevendo uma carta para a família de Jackson expressando suas condolências.

A família de Jackson pediu uma segunda autópsia além da oficial, conduzida na sexta-feira, em meio a notícias sobre a dependência do cantor de 50 anos de remédios prescritos.

O site de celebridades TMZ.com informou que a segunda autópsia aconteceu em um local desconhecido em Los Angeles na tarde de sábado.

O cantor de hits como "Thriller" e "Billie Jean" morreu de repente na quinta-feira em um hospital de Los Angeles e desde então um mistério tem rondado sua morte.   Continuação...

 
<p>Foto de arquivo do cantor Michael Jackson em Toronto. 05/10/1984. REUTERS/Gary Hershorn/Arquivo</p>