Casos bizarros de Michael Jackson crescem após sua morte

terça-feira, 30 de junho de 2009 18:50 BRT
 

Por Jill Serjeant

LOS ANGELES (Reuters) - Michael Jackson era bizarro em vida, mas seus assuntos pessoais complexos estão enveredando por caminhos ainda mais estranhos após sua morte, com relatos na terça-feira questionando a paternidade de seus filhos e o que teria causado sua morte precoce.

Após cinco dias em que as televisões vêm repassando os sucessos mais famosos dele e transmitindo homenagens emotivas a sua genialidade musical, as atenções vêm se voltando ao lado mais escuro do cantor de "Thriller".

O site de celebridades TMZ.com, o primeiro a noticiar a morte de Jackson, divulgou que o artista não era o pai biológico de seus três filhos e que sua ex-mulher, Debbie Rowe, não é a mãe genética das crianças.

Citando fontes múltiplas mas não identificadas, o TMZ disse que os três filhos foram concebidos "in vitro", mas que não foram usados nem os espermatozóides de Jackson, nem os óvulos de Rowe.

Rowe foi citada como tendo dito em 2004 que Michael Jackson não era o pai biológico de Michael Jr., 12 anos, e Paris, 11, mas supunha-se que ela fosse a mãe biológica dos dois. O terceiro filho, Prince Michael II, nasceu em 2002, e a identidade de sua mãe de aluguel nunca foi conhecida.

Os advogados de Debbie Rowe não retornaram telefonemas pedindo que ela desse declarações.

A revista de celebridades Us disse que o pai biológico de Michael Jr. e Paris seria o dermatologista de Jackson, para quem Rowe trabalhou no passado.

Nenhuma das afirmações pôde ser confirmada pela sucessão de agentes, advogados e porta-vozes que afirmaram ter falado em nome de Jackson e sua família ao longo de sua carreira e que voltaram à tona desde a morte dele, em 25 de junho, aos 50 anos de idade.   Continuação...

 
<p>Michael Jackson apresenta seu filho em varanda de hotel em Berlim, em ato que ficou conhecido pela sua bizarrisse.REUTERS/Tobias Schwarz/Files</p>