Agentes revistam consultório de médico de Jackson

quarta-feira, 22 de julho de 2009 19:09 BRT
 

Por Chris Baltimore

HOUSTON (Reuters) - Agentes do DEA (agência antidrogas dos EUA) e da polícia de Los Angeles revistaram na quarta-feira uma clínica de Houston pertencente a Conrad Murray, o médico que estava com o cantor Michael Jackson no momento da sua morte. Eles buscam provas relativas a suspeitas de um homicídio culposo.

Os agentes do DEA cumpriram o mandato de busca e apreensão na clínica Armstrong, na zona nordeste de Houston, como forma de cooperação com a polícia de Los Angeles, segundo um porta-voz da agência federal antidrogas.

Ed Chernoff, advogado de Murray, confirmou a busca de "itens, inclusive documentos, que (os agentes) acreditassem que constitua prova do crime de homicídio culposo".

A polícia de Los Angeles confirmou sua participação na ação, mas não explicou o que os agentes buscavam.

Um agente disse, sob anonimato, que o foco da busca era o propofol, anestésico também conhecido como Diprivan, reiteradamente citado na imprensa como sendo a droga que Jackson consumia antes de morrer, em 25 de junho.

A clínica de Murray --um prédio sem identificação, entre uma loja de bebidas e uma loja de conveniência-- ficou cercado por caminhões de redes de TV, e helicópteros sobrevoavam o local.

Os agentes deixaram o local pouco depois das 12h (hora local), com a imagem forense do disco rígido de um computador e 21 documentos, segundo nota divulgada por Chernoff.

Um agente da polícia de Houston disse a jornalistas e curiosos que esperavam sob forte calor que os funcionários da clínica "cooperaram plenamente". "Eles querem que todos vão embora, por favor."   Continuação...

 
<p>Foto de arquivo do popstar Michael Jackson em Londres. 05/03/2009. REUTERS/Stefan Wermuth</p>