Tom Jones cancela shows na Ásia por questões de saúde

quinta-feira, 1 de abril de 2010 12:40 BRT
 

CINGAPURA, 1o de abril (Reuters Life!) - Por ordem médica, o cantor britânico Tom Jones, tido como "verdadeiramente doente", cancelou apresentações na Coreia do Sul e Cingapura, onde ele iria se apresentar nesta semana, informou o organizador dos eventos e seu site na Internet.

Na última sexta-feira, Jones, 69 anos, começou um show no recém-inaugurado cassino e complexo de entretenimento Resorts World Sentosa, de 4,4 bilhões de dólares, mas deixou o palco depois de duas músicas, segundo informações de jornais locais.

Ele então adiou a apresentação para quinta-feira para ter tempo de se recuperar de "laringite aguda", disse seu site.

Apesar de estar descansando a voz desde então em Cingapura, com acompanhamento de especialistas, os médicos "não puderam garantir que o sr. Tom conseguiria apresentar um show inteiro nesta noite com 100 por cento de potência vocal", disse o comunicado no www.tomjones.com.

"Além disso, eles alertaram que, caso se apresente, o sr. Tom correria sério risco de danos permanentes em suas cordas vocais."

O site também disse que os concertos em Seul, agendados para a sexta-feira e para o sábado, seriam cancelados.

O site não disse o que aconteceria com suas outras apresentações em abril, programadas para a Cidade do Cabo e Johanesburgo na África do Sul, Mascate em Omã e Abu Dhabi nos Emirados Árabes Unidos.

O segundo cancelamento na Cingapura foi mais um golpe para o complexo do cassino, que disse na semana passada que teve de fechar uma de suas principais atrações, a mais alta montanha russa do mundo, em seu parque temático Universal Studios.

O complexo é gerenciado pela Genting Singapore, unidade do grupo malaio Genting Group.

(Reportagem de Nopporn Wong-Anan)

 
<p>Tom Jones se apresenta em Vina del Mar, no Chile. Por ordem m&eacute;dica, o cantor brit&acirc;nico cancelou apresenta&ccedil;&otilde;es na Coreia do Sul e Cingapura, onde ele iria se apresentar nesta semana. 06/02/2010 REUTERS/Eliseo Fernandez</p>