Naomi Campbell organiza evento para ajudar crianças russas

segunda-feira, 26 de abril de 2010 16:47 BRT
 

Por Yuri Pushkin

MOSCOU, 26 de abril (Reuters Life!) - O amor pela Rússia da supermodelo britânica Naomi Campbell, de 39 anos, a inspirou a arrecadar recursos para as crianças pobres do país, disse ela nesta segunda-feira.

"Estou vivendo aqui... todos são muito legais comigo e eu quero retribuir", disse uma sorridente Naomi, em entrevista à Reuters, na capital russa.

Passando parte do ano em Moscou com o namorado, o magnata Vladimir Doronin, a modelo se tornou uma presença constante nos eventos de moda e butiques de elite da cidade, algumas vezes usando roupas de estilistas russos.

Embora Naomi tenha uma trajetória de escaramuças com a Justiça no Ocidente, ela é muito amada pelos novos ricos da Rússia e é a primeira estrela estrangeira a viver no país.

No fim de maio, Naomi espera obter pelo menos 1 milhão de dólares no evento para arrecadar recursos, chamado Neon, destinado a duas entidades beneficentes russas que dão educação, remédios e treinamento para crianças.

O dinheiro será dividido entre The Iris Foundation, dirigida por Daria Zhukova, sua amiga e namorada do bilionário russo Roman Abramovich, e a Northern Crown, conduzida por Irina Kudrin, esposa do ministro das Finanças russo, Alexei Kudrin.

Esculturas do artista britânico Antony Gormley e trabalhos do pintor norte-americano Richard Prince serão leiloados no evento com outras peças de arte pela casa londrina Sotheby's.

A socialite Zhukova, que dirige a galeria 'Garage', ponto de atração de Moscou, estará presente junto a uma porção de celebridades do mundo da moda e a duquesa de York, a britânica Sarah Ferguson.

"Adoro fazer coisas com crianças.... O que é o máximo é que Moscou será a primeira", disse Naomi, jogando para trás seus grossos cabelos negros que chegavam à altura de uma camiseta branca em apoio ao Neon.

Ela acrescentou esperar levar o Neon a outros países.

 
<p>Naomi Campbell sorri ao ser fotografada em Moscou. O amor dela pela R&uacute;ssia a inspirou a angariar recursos para as crian&ccedil;as pobres do pa&iacute;s. REUTERS/Sergei Karpukhin</p>