Charlie Sheen enfrenta cadeia incomum em Aspen

sábado, 5 de junho de 2010 15:28 BRT
 

Por Ellen Miller

GRAND JUNCTION, Estados Unidos (Reuters) - Se, como esperado, Charlie Sheen cumprir seu tempo de prisão no rico enclave de Aspen, nos Estados Unidos, ele morará onde os pisos têm carpete, as celas parecem dormitórios de faculdade e as quentes refeições são trazidas de um hospital.

Não, isso não é Hollywood. Não há celas amontoadas, nenhum barulho de colegas grosseiros, ou disciplina rígida aplicada por funcionários malvados.

Essa é a Cadeia de Pitkin County, onde vivem os prisioneiros de Aspen.

"O aspecto punitivo é a perda da sua independência e liberdade, e isso é o máximo que acontece", disse o delegado de Pitkin County, Bob Braudis, à Reuters na sexta-feira. "Nós queremos libertar os prisioneiros em uma forma melhor do que a que eles entraram."

Sheen, premiado ator e protagonista do seriado cômico "Two and a Half Men", está em apuros. Na segunda-feira, ele deve declarar que não oferecerá defesa às acusações de agredir sua esposa em Aspen, sede do governo de Pitkin County, e deve ser sentenciado a cerca de 30 dias de prisão.

Aspen é a famosa cidade de ski conhecida mundialmente como polo de celebridades de Hollywood, empresários milionários e políticos poderosos.

No site da cidade, a missão da prisão de Pitkin County pede por um ambiente "seguro e protegido" para "melhorar a forma física e mental e encorajar a auto-reabilitação e a reintegração bem sucedida à sociedade para todos os prisioneiros."

Os prisioneiros passam a maior parte de seus dias na sala comunal, onde eles podem ler, assistir televisão, jogar cartas e socializar. Eles podem atender o telefone, acessar e-mail, visitar parentes e amigos e exercitar-se regularmente.

 
<p>O ator Charlie Sheen sorri em Pasadena, Calif&oacute;rnia, 15 de julho de 2006. e, como esperado, Charlie Sheen cumprir seu tempo de pris&atilde;o no rico enclave de Aspen, nos Estados Unidos, ele morar&aacute; onde os pisos t&ecirc;m carpete, as celas parecem dormit&oacute;rios de faculdade e as quentes refei&ccedil;&otilde;es s&atilde;o trazidas de um hospital. REUTERS/Mario Anzuoni/Arquivo</p>